QUESTÕES
DE MÚLTIPLA ESCOLHA - Direito Tributário
ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO
1.1. Como parte das receitas públicas, pode dizer-se dos tributos
que são considerados:
(a) Receita voluntária
(b) Receita de direito privado
(c) Receita derivada
(d) Receita de capital
(e) Receita originária
1.2. Os preços públicos, ou tarifas, incluem-se entre as receitas
classificadas como:
(a) Coativas
(b) Originárias
(c) Derivadas
(d) Extrafiscais
(e) Tributárias
1.3. Sob o ponto de vista de sua origem e da forma de sua
obtenção, as receitas públicas são tradicionalmente classificadas
em:
(a) Receitas derivadas e de capital
(b) Receitas correntes e originárias
(c) Receitas patrimoniais e originárias
(d) Receitas originárias e derivadas
(e) Receitas tributárias e industriais
1.4. Tomando como base a clássica divisão das receitas em
originárias e derivadas, podemos dizer que são exemplos deste último
tipo as provenientes de:
(a) Preços públicos
(b) Doações de particulares
(c) Taxas
(d) Bens vacantes
(e) Prescrição aquisitiva
1.5. Segundo a classificação clássica, ou alemã, as receitas
públicas decorrentes de contratos com particulares classificam-se
em:
(a) Originárias
(b) Derivadas
(c) Patrimoniais
(d) Correntes
(e) De capital
(NOVO) 1.6. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:
(a) Tributos são fontes de receitas derivadas estatais;
(b) Todo tributo é instituído pela União;
(c) Todo tributo é criado pelo respectivo contribuinte de direito;
(d) Taxa é um tributo que só se cria mediante decreto legislativo.
(NOVO) 1.7. (OAB/GO/2000) Assinale a assertiva correta:
(a) Os impostos são sempre inomináveis.
(b) As taxas são contribuições estaduais e municipais não
tributárias.
(c) Contribuição de melhoria é uma receita estatal derivada.
(d) Contribuição tributária é sempre criada mediante decreto
legislativo
TRIBUTO. CONCEITO. NORMA JURÍDICO-TRIBUTÁRIA. NATUREZA JURÍDICA.
ESPÉCIES. CLASSIFICAÇÕES. NATUREZA JURÍDICA ESPECÍFICA
2.1. Marque com F a assertiva falsa, e com V a verdadeira. Em
seguida, escolha, entre as opções abaixo, a que contém a seqüência
correta.
( ) Entidades não estatais, como o SENAI e o SENAC, por exemplo,
podem ter o poder de tributar, desde que a lei lho conceda.
( ) A competência tributária pode ser transferida, mediante lei,
para entidade estatal distinta ou para pessoa jurídica não estatal.
( ) O poder de expedir normas sobre tributos incumbe primariamente a
quem tenha competência para instituí-los.
(a) V, V, V
(b) V, V, F
(c) V, F, F
(d) F, F, F
(e) F, F, V
2.2. Marque, entre as opções abaixo, a que responde corretamente,
e na devida seqüência, aos três quesitos abaixo.
( ) Pode a lei estabelecer que, descumprida certa regra concernente
ao controle dos rendimentos, a alíquota do imposto de renda seria
majorada em 20%?
( ) A COFINS - contribuição para o financiamento da seguridade
social -, segundo o entendimento do Supremo Tribunal Federal, é um
tributo?
( ) A contribuição social sobre o lucro é uma contribuição para a
seguridade social?
(a) Sim, sim, sim
(b) Sim, não, sim
(c) Não, sim, sim
(d) Não, não, sim
(e) Não, não, não
2.3. Marque com um V a afirmação (ou negação) verdadeira, e com F
a falsa. Em seguida, escolha, entre as cinco opções abaixo, aquela
que contem a seqüência correta.
( ) Segundo o Código Tributário Nacional, são tributos os impostos,
as taxas e a contribuição de melhoria.
( ) Os impostos são chamados de 'tributos não vinculados' porque sua
cobrança independe de uma atividade estatal específica em relação ao
contribuinte.
( ) A Constituição de 1988 não estabelece que o limite total da
contribuição de melhoria seja o valor da despesa realizada pela obra
pública que lhe deu causa.
(a) V, V, V
(b) V, V, F
(c) V, F, F
(d) F, F, F
(e) F, V, V
2.4. Certo projeto de lei criando uma "taxa" para remunerar o
serviço de processamento da declaração do imposto tem por fato
gerador o auferimento de renda superior a 3 mil reais. Noutro
dispositivo, cria-se uma "contribuição de melhoria", que tem por
fato gerador a saída de mercadorias de estabelecimentos industriais
situados em vias públicas asfaltadas pela União. Um terceiro artigo
institui um "imposto sobre grandes fortunas" para o qual se prevê,
como fato gerador, a transmissão causa mortis de imóveis de valor
superior a determinada quantia.
Chamado a opinar sobre esse projeto, estaria incorreta a seguinte
asserção:
(a) o fato gerador da contribuição de melhoria, no projeto, não
guarda relação com a valorização do imóvel
(b) taxa não pode ter fato gerador idêntico ao que corresponda a
imposto e, no primeiro caso, o fato gerador corresponde ao do
imposto de renda
(c) há impropriedade na denominação dos tributos que se pretende
criar
(d) o fato gerador do imposto criado corresponde ao de um imposto
que não compete à União
(e) o projeto de lei está escorreito, pois obedece aos princípios da
legalidade e da anterioridade tributárias
2.5. Sobre os tributos finalísticos, empréstimos compulsórios e
contribuições ditas parafiscais, assinale a afirmativa correta.
(a) Todos os entes políticos da federação brasileira podem instituir
empréstimos compulsórios em caso de investimento público de caráter
urgente e em circunstância de calamidade pública
(b) A instituição de um novo empréstimo compulsório é
constitucionalmente vedada antes da total devolução do precedente
(c) A cobrança de contribuição dos servidores públicos para custeio,
em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social
é prerrogativa exclusiva da União
(d) A competência da União para a instituição de novas fontes de
custeio da seguridade social submete-se aos princípios da
não-cumulatividade e da anterioridade
(e) O empréstimo compulsório destinado a fazer face a investimento
público de caráter urgente e de relevante interesse nacional apenas
pode ser cobrado a partir do primeiro dia do exercício financeiro
seguinte àquele em que estiver sido publicada a lei que o instituiu
2.6. É matéria reservada à lei complementar
(a) a instituição pela União de imposto extraordinário, na iminência
ou no caso de guerra externa
(b) a exclusão da incidência do ICMS nas exportações que destinem ao
exterior produtos industrializados
(c) a instituição do imposto sobre grandes fortunas
(d) a exclusão da incidência do ICMS nas operações que destinem a
outros Estados petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis
líquidos e gasosos dele derivados e energia elétrica
(e) a definição do ouro, como ativo financeiro ou instrumento
cambial, para efeito de submetê-lo à incidência do imposto sobre
operações financeiras
2.7. Analisar as seguintes proposições:
I - O "fato gerador" de uma multa tributária pode ser um fato
lícito.
II - Os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do
lenocínio não são tributáveis, pois trata-se de prática de atividade
ilícita.
III - Rendimentos decorrentes de ato ilícito não são tributáveis,
conforme reza o princípio do non olet.
(a) os três enunciados são falsos
(b) os três enunciados são verdadeiros
(c) o I e o II são verdadeiros e o III é falso
(d) tão-só o III é verdadeiro
(e) o I e o III são falsos e o II é verdadeiro
2.8. A lei complementar publicada em janeiro de 1996, que
instituiu contribuição social sobre o pró-labore e as remunerações
de autônomos e avulsos, deve atender os princípios constitucionais
(a) não-cumulatividade; inovar na base de cálculo e alíquota e
exigível após 90 dias da publicação da lei
(b) inovar na base de cálculo e alíquota; não-cumulatividade e
exigível a partir do exercício financeiro seguinte ao da publicação
(c) não-cumulatividade; inovar na base de cálculo e exigível a
partir da regulamentação da lei
(d) inovar na base de cálculo e alíquota; vinculação da receita e
exigível após 90 dias da publicação da lei
(e) não-cumulatividade; inovar na base de cálculo e alíquota e
exigível após 45 dias da publicação da lei
2.9. (i) O Município X criou a "taxa de instalação industrial", a
ser cobrada das indústrias que se instalassem na zona industrial por
ele criada. Para incentivar a instalação de fábricas naquele
distrito industrial, previu a lei que a taxa somente seria devida
quando se iniciasse a produção, e seria de 1% do valor dos produtos
que saíssem do estabelecimento. A lei municipal não definiu
expressamente o fato gerador daquele tributo.
(ii) O MunicípioY criou a "taxa de iluminação pública", cuja base de
cálculo, para maior justiça fiscal, foi graduada segundo a
capacidade econômica, aferida pelo valor da energia elétrica
consumida pelo contribuinte.
(iii) O Município Z instituiu, pelo exercício do poder de polícia
sobre o zoneamento de atividades, a "taxa de localização de
estabelecimentos bancários", que incidirá à módica alíquota de 1
milésimo por centro do valor dos empréstimos concedidos pelo
contribuinte.
Assinale agora qual é, respectivamente, a situação jurídica dessas
três taxas.
(a) Somente duas são juridicamente válidas: a primeira e a terceira
(b) Somente são válidas as duas primeiras uma porque ligada ao poder
de polícia local, relativo ao zoneamento urbano; a outra, porque se
refere à prestação de serviço público diretamente ao contribuinte ou
posto à sua disposição.
(c) Todas as três são inválidas juridicamente
(d) Todas três são juridicamente válidas
(e) Somente uma é válida, sendo inconstitucionais as outras duas
2.10. Sobre o valor de "verdade" dos enunciados que seguem,
podemos afirmar:
I - Os fatos geradores são figuras típicas dos tributos
não-vinculados, não comportando a estrutura impositiva das taxas que
decorrem de um fato revelador de uma atividade estatal, direta e
especificamente dirigida ao contribuinte,
II - Taxa é um tributo não-vinculado que tem como base de cálculo
uma grandeza dimensível de fato estranho a qualquer atividade
estatal referida ao obrigado.
III - O traço característico que diferencia a taxa da contribuição
de melhoria, é que esta última tem como pressuposto o fato de o
produto de sua arrecadação ter destinação legal voltada à realização
de obra pública que valoriza o imóvel do contribuinte.
(a) os três enunciados são falsos
(b) os três enunciados são verdadeiros
(c) I - verdadeiro, II - verdadeiro e III - falso
(d) I - falso, II - falso e III - verdadeiro
(e) I - falso, II - verdadeiro e III - falso
2.11. Determinada lei estadual instituiu tributo designado taxa
de transporte e descreveu sua base de cálculo como sendo o valor do
frete. Elegeu os transportadores como responsáveis pelo pagamento
desse tributo, que deveriam pagá-lo antes mesmo da concretização do
transporte, assegurando-se, no entanto, imediata e preferencial
restituição da quantia paga, caso não se realizasse o transporte.
Dada a natureza jurídica do tributo, a atribuição ao sujeito passivo
da obrigação tributária da condição de responsável,
(a) não se poderia dar, porque o tributo é uma taxa
(b) poderia dar-se, porque o tributo é um imposto
(c) poderia dar-se, porque o tributo é uma contribuição
(d) não se poderia dar, porque o tributo é uma contribuição
(e) não se poderia dar, porque o tributo é um imposto
2.12. O art. 3º do Código Tributário Nacional define tributo como
uma prestação que não constitua sanção de ato ilícito. De tal
assertiva podemos inferir que
(a) os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do
lenocínio não são tributáveis, sujeitando-se, contudo, a pesadas
multas em decorrência da prática de atividade ilícita
(b) os rendimentos advindos da exploração do lenocínio são
tributáveis, porquanto não se confunde a atividade ilícita do
contribuinte com o fato tributário de auferir rendas
(c) os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do
lenocínio não são tributáveis, em conformidade do que reza o
princípio do non olet
(d) as atividades ilícitas não devem ser tributadas, pois de outro
modo o Estado estará locupletando-se com ações que ele mesmo proíbe
e, assim, ferindo o princípio da estrita legalidade
(e) atividades ilícitas como a exploração do lenocínio e do jogo do
bicho podem ser tributadas, posto que a sanção de ato ilícito
converte-se, pelo simples fato de sua inobservância, em obrigação
tributária principal
2.13. O imposto é um tributo que
(a) admite, sendo geral, sua vinculação a órgão, programa, fundo ou
despesa
(b) se apresenta vinculanso seu fato gerador a uma atuação estatal
em favor do contribuinte
(c) tem por função arrecadar recursos para custear as despesas
gerais da Administração em favor da coletividade ou de grupos
sociais específicos
(d) tem por fato gerador um situação independente de qualquer
atividade estatal específica, relativa ao contribuinte
(e) oferece ao contribuinte, como hipótese de incidência, a
prestação efetiva ou potencial de serviços públicos, específicos e
divisíveis
2.14. Está correta a seguinte afirmativa
(a) a taxa deve ter por base de cálculo dimensão inerente ao serviço
prestado pelo Estado
(b) as obras públicas realizadas pelo Estado, de que resulte
evidente valorização dos imóveis particulares, por ela beneficiadas,
podem ser remuneradas através de Taxa de Melhoramentos Urbanos, se
instituída
(c) o fato de o indivíduo socorrer-se do Poder Judiciário para
tutela de seus direitos não se presta a servir como fato gerador de
taxa
(d) a taxa, segundo seu delineamento constitucional, é modalidade
tributária hábil para servir como adicional dos impostos de menor
expressão econômico-financeira, ou insuficientemente cobrados, mesmo
porque é de aplicação imperativa o princípio da capacidade
contributiva
(e) em razão da reduzida participação da taxa no valor total da
arrecadação e levando em consideração o polêmico conceito formulado
pela doutrina, é facultado ao legislador optar pela cobrança da
mesma o instituir tarifas para remunerar os respectivos serviços,
indiferentemente
2.15. O sistema constitucional tributário requer, para
instituição de empréstimo compulsório, no caso de investimento
público de relevante interesse nacional, sejam observados os
seguintes requisitos
(a) princípio da irretroatividade, princípio da anterioridade,
caráter de urgência, lei complementar e desvinculação da aplicação
dos seus recursos à despesa que fundamentou sua criação
(b) caráter de urgência, princípio da irretroatividade, princípio da
anterioridade e criação por lei ordinária
(c) caráter de urgência, aplicação de recursos vinculada à despesa,
observância do princípio da anterioridade e instituição mediante lei
complementar
(d) princípio da irretroatividade, princípio da não-cumulatividade,
princípio da anterioridade, criação por lei complementar, aplicação
dos recursos vinculada à despesa
(e) caráter de urgência, criação por lei ordinária, aplicação dos
recursos vinculada à despesa e princípio da irretroatividade
2.16. O exercício potencial do poder de polícia
(a) permite a exigência de taxa de serviço
(b) possibilita a incidência de taxa de polícia
(c) torna possível a cobrança de pedágio
(d) faculta a incidência simultânea da taxa de serviço e da taxa de
polícia
(e) não permite a exigência de taxa
2.17. A destinação do produto da arrecadação, à luz da
Constituição de 1988, é
(a) relevante, em se tratando de impostos municipais
(b) relevante, em se tratando de taxas de polícia
(c) relevante, em se tratando de contribuição de melhoria
(d) relevante, em se tratando de empréstimo compulsório
(e) irrelevante
2.18. O sujeito ativo das contribuições sociais criadas pela
União para a seguridade, cobradas sobre a folha de salários, é:
(a) A União
(b) O INSS
(c) O IAPAS
(d) O INAMPS
(e) A Secretaria da Receita Federal
2.19. Lei Complementar da União instituiu empréstimo compulsório
para absorver temporariamente poder aquisitivo da população, em face
da tendência à hiperinflação. Esse empréstimo compulsório
(a) é inconstitucional por ter sido instituído por lei complementar
(b) deveria ter sido instituído por lei ordinária federal
(c) é constitucional, por ter sido instituído por lei complementar
(d) é inconstitucional, pois não corresponde às hipóteses
constitucionais de empréstimo compulsório
(e) é constitucional, pois se trata de matéria urgente e de
relevante interesse nacional
2.20. José, contribuinte do IPTU, reside em imóvel de sua
propriedade, defronte a uma praça municipal. A Prefeitura local
canalizou ali um córrego, asfaltou as ruas adjacentes à praça,
arborizando-a e ajardinando-a. Por consequência, a casa de José
aumentou de preço. Em face do exposto, José, em razão da valorização
de sua propriedade, está potencialmente,
(a) sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria
(b) sujeito ao pagamento apenas de IPTU
(c) sujeito ao pagamento de taxa pela utilização de serviços
públicos, específicos e divisíveis
(d) sujeito ao pagamento de taxa pelo exercício do poder de polícia
(e) livre da exigência de qualquer outro tributo, pois já é
contribuinte do IPTU, e com base na arrecadação desse tributo é que
foram feitas as obras
2.21. Para se determinar a natureza jurídica de um tributo, é
fundamental
(a) o tipo de lançamento utilizado para a constituição do crédito
tributário
(b) a destinação legal do produto da arrecadação
(c) os prazos de recolhimento estabelecidos para o cumprimento da
obrigação
(d) a denominação e demais características formais adotadas pela lei
(e) o fato gerador da respectiva obrigação
2.22. Lei federal, publicada em 15 de janeiro de 1991, criou taxa
de fiscalização sanitária, cuja base de cálculo é idêntica à do
Imposto de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, sendo
a alíquota de 0,001% (um milésimo por cento). Tal taxa
(a) é inconstitucional, pois está compreendida na competência da
União
(b) poderá ser cobrada no exercício financeiro de 1991
(c) é inconstitucional, por não ser a União competente para criá-la
(d) é constitucional, mas somente poderá ser cobrada no exercício de
1992
(e) é inconstitucional, em face de sua base de cálculo
2.23. A natureza jurídica específica de um tributo é determinada
(a) em função de sua denominação jurídica formal
(b) pelas características da relação jurídico-tributária dele
decorrente
(c) em razão das peculiaridades dos sujeitos ativo e passivo da
obrigação
(d) pela destinação legal do produto de sua arrecadação
(e) pelo fato gerador da respectiva obrigação tributária
2.24. Quando tem por fato gerador uma situação que independe de
qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte,
diz-se um "tributo não vinculado". Nesse sentido, é "tributo não
vinculado"
(a) a taxa de fiscalização
(b) a contribuição de melhoria
(c) a taxa de limpeza pública
(d) a taxa de melhoramento dos portos
(e) IR
2.25. Para cobrança de taxa, é necessário que ocorra a efetiva
prestação de:
(a) serviço público genérico
(b) serviço de realização de obra pública
(c) atividade econômica
(d) serviço social (e) serviço público específico e divisível
(NOVO) 2.26. (ESAF/2005) - Aos estados, ao Distrito Federal e aos
municípios compete instituir contribuições de intervenção no domínio
econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas,
desde que para o custeio, em benefício dos respectivos sujeitos
passivos, e no âmbito territorial do ente tributante
- A Contribuição Intervenção no DOmínio Econômico incidente sobre a
importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás
natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (CIDE) foi
instituída pela União com a finalidade de financiamento de projetos
de proteção ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de
valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.
- Compete aos municípios o imposto sobre a concessão, a título
oneroso, de direitos à aquisição, por ato oneroso, de bens imóveis,
por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis.
(a) Não, não, sim
(b) Não, não, não
(c) Sim, sim, sim
(d) Não, sim, sim
(e) Não, sim, não
(NOVO) 2.27. (TRF/3a. Região/1999) Nos termos da Constituição, a
lei que instituir contribuição sobre a receita de concursos de
prognósticos deverá afetá-la:
(a) ao financiamento da reforma agrária
(b) ao financiamento da seguridade social
(c) ao financiamento de casas populares
(d) ao financiamento de regiões metropolitanas com mais de quatro
mil habitantes
(NOVO) 2.28. (TRF/4a. Região/1999) A Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incide exclusivamente
sobre:
(a) o faturamento
(b) a receita ou faturamento
(c) a receita, faturamento e lucro
(d) o lucro
(NOVO) 2.29. (MPF/2001) Emolumentos devidos pela prestação de
serviços notariais e/ou registrais têm natureza jurídica de:
(a) preço público
(b) taxa
(c) de caráter privado, podendo parte de seu produto ser vinculada a
determinado órgão, como Caixa de Assistência de Advogados e
Associações de Magistrados
(d) preço público, somente na hipótese de a prestação de serviços de
serventia extrajudicial advir, por delegação do poder público, por
considerar-se exercício de função revestida de estatalidade
(NOVO) 2.30. (TRF/5a. Região/2001) A quantia cobrada por alguns
municípios pelo estacionamento de veículos particulares, em
determinadas vias públicas,
(a) tem natureza de contribuição de melhoria, derivada da
conservação das vias públicas
(b) é inconstitucional, pois afronta princípios constitucionais
(c) depende de lei estadual autorizativa da cobrança
(d) depende de lei municipal instituidora de taxa de ocupação
(e) tem natureza jurídica de preço, derivado da utilização da via
pública
(NOVO) 2.31. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva verdadeira:
(a) Contribuição de melhoria identifica-se com contribuição
parafiscal porque ambas são arrecadadas mediante atividade estatal
plena;
(b) Contribuição social de intervenção em domínio econômico só pode
ser criada mediante lei;
(c) Contribuição de arrecadação destinada a financiamento de esporte
e lazer não é tributo porque inadmite-se lei para criá-la;
(d) Pessoas jurídicas de direito público podem exigir imposto sobre
renda, serviços ou patrimônio umas das outras.
(NOVO) 2.32. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva correta:
(a) isenção tributária pode ser concedida mediante lei delegada;
(b) partidos políticos também obrigam-se a pagar imposto;
(c) contribuição de melhoria é uma taxa de prestação de serviço;
(d) contribuição para financiamento da seguridade social é um
tributo.
(NOVO) 2.33. (OAB/CE/2002) Escolha a opção que contempla as
espécies tributárias existentes no ordenamento jurídico brasileiro,
à luz da Constituição Federal de 1988:
(a) imposto e taxa;
(b) imposto, taxa e contribuição de melhoria;
(c) imposto, taxa, contribuição de melhoria, empréstimo compulsório
e contribuições sociais;
(d) imposto, taxa e contribuições sociais.
(NOVO) 2.34. (OAB/GO/1999) Assinale a assertivas correta:
(a) Decreto legislativo é o instrumento hábil para definir tributos.
(b) A União Federal não se submete ao princípio da capacidade
contributiva para instituir e cobrar tributo.
(c) Estados e Municípios podem instituir empréstimo compulsório.
(d) Sobre lucros das empresas incide contribuição para financiamento
da seguridade social.
(NOVO) 2.35. (OAB/GO/2003) A União Federal institui contribuição
social cujos fato gerador e base de cálculo são os mesmos de imposto
de sua competência. Considera-se essa contribuição:
(a) constitucional, eis que a Constituição permite a utilização de
mesmo fato gerador e base de cálculo, em se tratando de
contribuições sociais e impostos (exemplo concreto CSSL e IRPJ; CF,
art.195, I, c c/c 153, III).
(b) inconstitucional, por incidir sobre o mesmo fato gerador de um
imposto;
(c) inconstitucional, por ser calculada sobre a mesma base imponível
de um imposto;
(d) inconstitucional, por representar bitributação.
(NOVO) 2.36. (OAB/MG/2003) Considerando-se o exercício da
competência tributária, é CORRETO afirmar que
(a) a União pode instituir, mediante a edição de medida provisória,
empréstimo compulsório para investimento público de caráter urgente
e relevante interesse nacional, observado o princípio da
irretroatividade e da anterioridade.
(b) a União pode instituir qualquer contribuição de intervenção no
domínio econômico por meio de medida provisória, com aplicação
imediata.
(c) os Municípios podem instituir uma contribuição para custear a
iluminação pública.
(d) somente os Estados-membros e os Municípios possuem competência
para instituir as contribuições sociais a serem exigidas dos seus
servidores.
(NOVO) 2.37. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:
(a) O empréstimo compulsório é tributo instituído apenas pela União,
através de lei ordinária federal;
(b) O empréstimo compulsório, em face dos motivos excepcionais que
justificam a sua instituição, quais sejam (i) situação de calamidade
pública, (ii) situação de guerra externa, (iii) iminência de guerra
externa ou (iv) necessidade de investimento público de caráter
urgente e de relevante interesse nacional, não se submete ao
princípio da anterioridade, segundo o qual é vedado às pessoas
políticas exigir tributos no mesmo exercício financeiro em que haja
sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou;
(c) No máximo 30 % (trinta por cento) do montante total de
arrecadação do empréstimo compulsório pode restar desvinculado da
despesa que justificou a sua instituição;
(d) A lei deverá fixar, necessariamente, o prazo durante o qual será
exigido o empréstimo compulsório, bem como as condições mediante as
quais o mesmo será resgatado.
(NOVO) 2.38. (OAB/SC/2003) A parafiscalidade consiste:
(a) na utilização do tributo como instrumento de proteção da
indústria nacional e não como instrumento de arrecadação de recursos
financeiros para o tesouro público.
(b) na transferência, pela pessoa de direito público competente, da
titularidade de tributo à pessoa diversa do Estado, a fim de que
passe a dispor da arrecadação em benefício de suas próprias
finalidades.
(c) no repasse de recursos financeiros à Fazenda Pública,
independentemente de qualquer atividade estatal específica relativa
ao contribuinte.
(d) na impossibilidade do contribuinte de direito repetir tributo
suportado pelo contribuinte de fato, exceto prove haver assumido o
referido encargo, ou no caso de tê-lo transferido a terceiro, estar
por este expressamente autorizado a recebê-lo.
(NOVO) 2.39. (OAB/SP) Determinado Município executa a
pavimentação de uma via pública e cobra Taxa de Pavimentação dos
proprietários de imóveis lindeiros. Essa taxa
(a) é legal e deve ser paga.
(b) é ilegal por se tratar de serviço geral que serve a toda a
comunidade.
(c) é ilegal porque a pavimentação de via pública é fato gerador de
contribuição de melhoria.
(d) é ilegal porque não é um serviço de interesse público e deveria
ser cobrada tarifa e não taxa.
(NOVO) 2.40. (OAB/SP) O Estado de São Paulo resolve tributar os
prêmios das corridas de cavalos, lançando contribuição social
incidente sobre os mesmos e destinada ao custeio dos hospitais
estaduais que atendem a crianças carentes. Essa tributação
(a) é legal, pois trata-se de contribuição com caráter nitidamente
social, em face da sua destinação.
(b) é legal, pois os Estados podem instituir contribuições sociais
para atender às necessidades relativas à área social.
(c) é ilegal, pois viola a discriminação constitucional vigente.
(d) é ilegal em face da destinação específica dessa contribuição.
(NOVO) 2.41. (OAB/SP) A lei federal que criou o Adicional de
Indenização ao Trabalhador Portuário (AITP) enunciou como sujeito
passivo desse tributo, de modo genérico, o operador portuário. A
União Federal, por meio de decreto do Presidente da República,
equiparou a operador portuário os importadores, exportadores e
consignatários de mercadorias importadas do exterior. Tal
equiparação é
(a) legal, pois ocorreu apenas adequação a um conceito previamente
definido em lei.
(b) legal, de vez caber aos decretos a especificação dos conceitos
definidos em lei.
(c) ilegal, porquanto a definição de sujeitos passivos é privativa
de lei.
(d) ilegal, em razão de não competir ao Presidente da República, mas
ao Ministro dos Transportes, a definição de "operador portuário".
(NOVO) 2.42. (OAB/SP) Município instituiu contribuição de
melhoria para custear obra pública de ampliação de via expressa de
ligação entre bairros. A previsão do custo total da obra é de R$
1.000.000,00 e a previsão de arrecadação da contribuição é de R$
1.500.000,00. O valor da contribuição, para cada imóvel, foi
calculado com base na efetiva valorização imobiliária e em plano de
rateio previamente publicado. A irregularidade no procedimento
descrito consiste em não poder
(a) o total de arrecadação ser superior ao custo da obra.
(b) a contribuição de melhoria destinar-se ao custeio de obra
viária.
(c) a contribuição de cada imóvel ser calculada com base na sua
valorização imobiliária.
(d) o plano de rateio ser publicado previamente.
SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR
(PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS-TRIBUTÁRIOS)
3.1. Alíquota da contribuição sobre lucro líquido, majorado por
medida provisória convertida em lei posteriormente, pode ser
aplicada
(a) após decorridos noventa dias da publicação da lei
(b) a partir de 10 de janeiro do ano subseqüente ao da publicação da
lei
(c) após decorridos noventa dias da publicação da medida provisória
(d) a partir de 10 de janeiro do ano subseqüente ao da publicação da
medida provisória
(e) após decorridos noventa dias da sanção da lei
3.2. Assinale a resposta que preencha corretamente as duas
lacunas.
A majoração ________ está sujeita ao princípio da anterioridade
________
(a) do imposto de transmissão de bens imóveis - da lei em relação à
cobrança, mas a lei pode ter sido publicada no mesmo exercício em
que a cobrança se realiza
(b) do imposto de importação - anual, só podendo ser exigida se a
lei majoradora estiver em vigor antes do início do exercício da
cobrança
(c) do imposto de renda - anual, sendo indispensável que a lei
majoradora esteja em vigor antes do início da cobrança, não bastando
ter sido publicada anteriormente a esse início.
(d) do imposto de exportação - anual em relação à cobrança, devendo
a lei ter sido publicada antes do exercício em que a cobrança se
realiza
(e) da contribuição para a previdência social - de 90 dias da
publicação da lei majoradora, não podendo ser exigida antes desse
nonagintídio
3.3. O princípio da anterioridade da lei aplica-se
(a) aos impostos sobre o comércio exterior
(b) às contribuições para seguridade social
(c) aos impostos sobre a produção e circulação
(d) ao empréstimo compulsório, instituído para atender a despesas
extraordinárias decorrentes de calamidade pública
(e) aos impostos sobre o patrimônio e a renda
3.4. A utilização dos tributos com finalidades extrafiscais é um
importante instrumento de intervenção do Estado no domínio
econômico. Sobre a matéria, é incorreto afirmar que:
(a) a possibilidade de o Governo federal regular a permeabilidade da
economia brasileira aos produtos estrangeiros é extremamente
reduzida, em virtude da submissão dos impostos aduaneiros ao
princípio da anterioridade
(b) a utilização do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e
Territorial Urbana) como meio de induzir o adequado aproveitamento
do solo urbano, objetivando ordenar o pleno desenvolvimento das
funções sociais da cidade, deve submeter-se aos termos de lei
federal, apesar de o imposto ser de competência municipal
(c) a fixação de alíquotas do Imposto Territorial Rural será
realizada de sorte a desestimular a manutenção de propriedades
improdutivas, e não incide sobre pequenas glebas rurais, exploradas
por proprietário, só ou com sua família, que não possua outro imóvel
(d) a concessão e a revogação de isenções, incentivos e benefícios
fiscais, em matéria de ICMS, não podem ser procedidas
unilateralmente pelo Estado interessado, devendo ser previamente
concertadas no âmbito do CONFAZ (Conselho Nacional de Política
Fazendária), órgão deliberativo composto de representantes do
Executivo de todos os Estados da Federação
(e) sendo múltiplos os interesses a serem protegidos pelo Estado
Democrático de Direito, decididamente intervencionista, tem-se que,
em princípio, todo imposto é passível de utilização extrafiscal
3.5. Exige lei específica a(o)
(a) concessão de crédito presumido
(b) sujeição passiva direta
(c) parcelamento de dívida tributária
(d) compensação
(e) sujeição passiva indireta
3.6. Sobre o sistema de repartição de competências impositivas
estabelecido pela Constituição de 1988, é incorreto afirmar que:
(a) a regra geral, quanto aos impostos, é a atribuição de
competências privativas às pessoas políticas da federação
brasileira, sendo os caso de bitributação expressamente previstos no
texto constitucional
(b) em atenção ao princípio federativo, a competência impositiva
coincide exatamente com o poder de exonerar, não havendo espaço para
isenções heterônomas no ordenamento jurídico nacional
(c) a atribuição de competência comum a todos os entes políticos
para instituição de tributos vinculados não causa conflitos de
competência, pois seu exercício submete-se à observância das regras
de competência administrativa para a realização de serviços ou para
o exercício de atos de polícia, no caso das taxas, bem como à
verificação da pessoa pública realizadora da obra benéfica, em se
tratando de contribuição de melhoria
(d) a União, além dos impostos que a Constituição lhe atribui de
forma expressa, pode instituir quaisquer outros, desde que o faça
por lei complementar, atenda aos princípios da não-cumulatividade e
da anterioridade e não invada a competência impositiva dos Estados e
Municípios
(e) em caso de guerra externa ou sua iminência, a União pode
instituir outros impostos além dos que lhe atribui a Constituição,
compreendidos ou não em sua competência impositiva, afastado o
requisito da anterioridade
3.7. Assinale a opção incorreta.
(a) O Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante não é
taxa, mas sim contribuição de intervenção no domínio econômico
(b) As normas do Decreto-Lei 406/68, relativas ao ISS, foram
recepcionadas pela Constituição de 1988
(c) A competência concorrente da União, dos Estados e do Distrito
Federal, em matéria de Direito Tributário, restringe-se à edição de
normas gerais
(d) Em se tratando de débito fiscal declarado e não pago, é
desnecessária a instauração de procedimento administrativo para sua
cobrança
(e) À vedação expressa no art. 150, III, b, da Constituição (cobrar
tributo no mesmo exercício em haja sido publicada a lei que o
instituiu ou aumentou) tanto se pode dar o nome de princípio da
anterioridade como de princípio da anualidade
3.8. Sobre as imunidades tributárias, é incorreto afirmar que
(a) suprimem parcialmente a competência tributária, atuando de forma
simultânea, e não sucessiva no tempo, em relação à norma atribuidora
de poder impositivo
(b) a imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado
à sua impressão é objetiva, não abrangendo os impostos pessoais
incidentes sobre os produtores e comerciantes destes bens, como o
imposto de renda da pessoa jurídica e o imposto predial e
territorial urbano
(c) todas as exportações de produtos brasileiros para o exterior são
imunes à incidência do ICMS, estornando-se, salvo determinação legal
em contrário, os créditos acumulados nas operações anteriores
(d) a imunidade intergovernamental recíproca, que impede a
tributação, por um ente político, do patrimônio, da renda e dos
serviços dos demais, é limitada aos impostos, não abrangendo as
taxas e as contribuições de melhoria
(e) depende de regulamentação legal a imunidade ao imposto de renda
e proventos de qualquer natureza dos rendimentos provenientes de
aposentadoria e pensão, pagos pela Previdência Social de qualquer
dos entes políticos da federação, a pessoas maiores de sessenta e
cinco anos cuja renda total seja constituída exclusivamente de
rendimentos do trabalho
3.9. Na transmissão inter vivos, por ato oneroso, de direitos
reais sobre imóveis, juridicamente identificados como penhor,
anticrese e enfiteuse, com relação ao imposto de transmissão inter
vivos de bens imóveis, há respectivamente:
(a) Não-incidência, não-incidência e incidência
(b) Incidência, não-incidência e incidência
(c) Incidência, incidência e não-incidência
(d) Não-incidência, incidência e não-incidência
(e) Incidência, incidência e incidência
3.10. Em 20-11-1991, foi publicada lei majorando as alíquotas dos
seguintes tributos: Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural,
Contribuição para a Seguridade Social e Imposto sobre Operações de
Seguro. As alíquotas majoradas podem ser aplicadas, respectivamente:
(a) No exercício seguinte, 90 dias após e imediatamente
(b) No exercício seguinte, imediatamente e 90 dias após
(c) Imediatamente, 90 dias após e no exercício seguinte
(d) No exercício seguinte, 90 dias após e 90 dias após
(e) No exercício seguinte, no exercício seguinte e no exercício
seguinte
3.11. Entidade beneficente de assistência social, sem fins
lucrativos, que preencha os requisitos para fruição de imunidade
tributária, está sujeita:
(a) Às taxas, à contribuição de melhoria e à contribuição de
seguridade social
(b) Aos impostos sobre o patrimônio, às taxas e à contribuição de
seguridade social
(c) Às taxas e à contribuição de melhoria
(d) Às taxas e à contribuição de seguridade social
(e) À contribuição de melhoria e à seguridade social
3.12. Assinale a opção incorreta. As contribuições sociais:
(a) Não podem ser instituídas por Estados e Municípios
(b) Por parte dos empregadores, podem incidir sobre o lucro, o
faturamento e sobre a folha de salários
(c) Podem ser exigidas após 90 dias da data de publicação da lei que
as houver instituído ou aumentado
(d) Não se sujeitam ao princípio da irretroatividade do fato gerador
(art. 150, III, a, da CF)
(e) Podem incidir sobre a receita de concursos de prognósticos
3.13. Assinale a assertiva correta:
(a) A União pode instituir isenções de tributos de competência dos
Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios
(b) Qualquer anistia ou remissão tributária ou previdenciária só
poderá ser concedida mediante lei complementar
(c) A União, mediante lei complementar, poderá instituir, na
iminência ou no caso de guerra externa, impostos extraordinários,
compreendidos ou não em sua competência tributária, os quais serão
suprimidos, gradativamente, cessadas as causas de sua criação
(d) Os Estados podem tributar a renda das obrigações da dívida
pública de seus Municípios se dela for avalista o Tesouro Estadual
(e) É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios
estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer
natureza, em razão de sua procedência ou destino
3.14. Assinale a assertiva correta:
(a) A União, os Estados e o Distrito Federal, mediante lei
complementar, poderão instituir empréstimo compulsório para atender
a despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública
(b) As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos
(c) Cabe à lei ordinária regular as limitações constitucionais ao
poder de tributar
(d) A União, os Estados e o Distrito Federal, mediante lei
complementar, poderão instituir contribuições sociais ou de
interesse de categorias profissionais ou econômicas como instrumento
de sua atuação nas respectivas áreas
(e) Os Municípios não poderão instituir contribuição, cobrada de
seus servidores, para custeio, em benefício destes, de sistemas de
previdência e assistência social
3.15. Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que
(a) são reguladas exclusivamente mediante lei ordinária federal
(b) não se aplicam às taxas e contribuições sociais
(c) podem ser instituídas por intermédio de lei complementar
(d) são extensivas aos partidos políticos, no que se refere ao
patrimônio, à renda e aos serviços vinculados ou não a suas
finalidades essenciais
(e) são normas constitucionais que colaboram no desenho das
competências impositivas
3.16. O princípio da legalidade não se aplica, em toda a sua
extensão,
(a) aos impostos de importação e exportação, imposto sobre produtos
industrializados e imposto extraordinário decorrente de guerra
(b) aos impostos de importação e exportação, ao imposto sobre
produtos industrializados e ao imposto sobre operações financeiras
(c) às taxas e contribuições de melhoria
(d) aos impostos de importação e exportação, imposto sobre produtos
industrializados e imposto extraordinário de guerra
(e) às taxas e contribuições sociais
3.17. Pela nova disciplina da concessão dos chamados "favores
tributários", estabelecida no art. 150, §6º da Constituição pela
Emenda Constitucional nº 3, de 1993
(a) não pode ser concedida a remissão de um imposto em lei que trate
de outros aspectos desse imposto
(b) não pode ser concedida redução de base de cálculo de imposto
sobre produtos industrializados que trate exclusivamente desse
imposto, porém não cuide de outros favores fiscais
(c) uma anistia de imposto de renda somente pode ser concedida em
lei que trate exclusivamente de anistia ou exclusivamente de imposto
de renda
(d) nenhuma isenção do imposto de importação pode ser concedida sem
tratado ou convenção internacional que assegure reciprocidade aos
produtos brasileiros
(e) a compensação do crédito tributário somente pode ser
disciplinada por lei específica federal, estadual ou municipal, que
regule exclusivamente esta matéria
3.18. Prédio de propriedade da União não pode ser submetido à
incidência do imposto sobre a propriedade predial e territorial
urbana, por força do princípio constitucional da
(a) imunidade tributária objetiva
(b) isenção tributária
(c) imunidade tributária recíproca
(d) não diferenciação tributária
(e) isonomia tributária
3.19. Lei da União, publicada em 16 de janeiro de 1991, instituiu
contribuição em favor da seguridade social incidente sobre concurso
de prognósticos. É correto afirmar que essa contribuição
(a) é exigível 45 dias após a data da publicação da lei
(b) só poderá ser exigida 90 dias após a data da publicação da lei
instituidora
(c) pode ser exigível a partir da publicação da lei que a criou
(d) é inconstitucional, pois falece competência à União para
instituí-la
(e) terá eficácia somente a partir do exercício financeiro seguinte
ao de sua instituição, em face do princípio da anterioridade da lei
3.20. O Poder Executivo, atendidas as condições e os limites
estabelecidos em lei, pode alterar as alíquotas dos seguintes
tributos:
(a) IR, IPI, II e IE
(b) ITR, IOF, II e IE
(c) IOF, IPI, II e IE
(d) II, IE, ICMS e ISS
(e) empréstimo compulsório, II, IE e IPI
3.21. Lei federal, que fixa alíquotas aplicáveis ao imposto sobre
produtos industrializados, estabeleceu que a alíquota referente a
navios produzidos no Estado do Rio de Janeiro é de 1%, e a dos
produzidos no resto do País, 8%. Tal disposição vulnera o princípio
constitucional da
(a) seletividade do imposto sobre produtos industrializados
(b) uniformidade geográfica da tributação
(c) liberdade de trânsito
(d) capacidade contributiva
(e) não discriminação entre a procedência e destino do produto
3.22. A vedação de estabelecer limitações ao tráfego
interestadual de mercadorias refere-se a:
(a) taxa
(b) multa
(c) tributo
(d) imposto
(e) pedágio
3.23. Para a cobrança de taxas, não se poderá(ão) utilizar:
(a) alíquotas que serviram para a incidência de impostos
(b) base de cálculo, seja qual for o tipo de serviço público
prestado
(c) alíquotas, seja qual for o exercício de poder de polícia
manifestado
(d) denominação que serviu para identificação de outras taxas
(e) base de cálculo que tenha servido para a incidência de impostos
3.24. Determinado órgão público da União não paga (por permissão
jurídica) à Prefeitura Municipal X a taxa de coleta de lixo e
limpeza pública, embora o serviço seja regularmente prestado e a
taxa legalmente instituída, porque é pessoa:
(a) isenta por lei municipal
(b) isenta por decreto municipal
(c) constitucionalmente imune
(d) isenta por lei complementar federal
(e) isenta por lei complementar federal ou municipal
3.25. A chamada imunidade recíproca, que beneficia a União, os
Estados, o Distrito Federal e os Municípios, não impede que uma
dessas pessoas de direito público interno lance sobre as outras:
(a) todos os tributos de sua competência, excetuadas as taxas
(b) taxas e contribuições de melhoria
(c) impostos sobre a renda, patrimônio, produção e circulação
(d) impostos sobre os serviços, produção e circulação e comércio
exterior
(e) importação, IPI, exportação e IOF
(NOVO) 3.26. (OAB/DF/2004) A tão falada reforma tributária, que
deveria ser aprovada como forma de simplificar o Sistema Tributário
Nacional, reduzir a carga tributária e, com isto, diminuir a
sonegação fiscal, resultou, somente, numa tímida edição de mais uma
Emenda Constitucional, a de n° 42. Dentre as vantagens para o
contribuinte, está a vedação de se cobrar tributos antes de
decorridos noventa dias da data da publicação da lei que os
instituiu ou aumentou. Todavia, existem três impostos que, de acordo
com a citada Emenda, mesmo estando sujeitos ao Princípio da
Anterioridade, não estão sujeitos a essa noventena: um deles
totalmente excetuado e dois outros excetuados, apenas, no que
concerne à fixação da base de cálculo. Assinale a alternativa
correta em que esses três impostos se encontram:
(a) ISS, ICMS, ITBI;
(b) ITBI, ITCD, IR;
(c) IR, IPVA, IPTU;
(d) ICMS, IPVA, IOF.
(NOVO) 3.27. (OAB/DF/2004) De acordo com a Constituição Federal,
é correto afirmar:
(a) Sobre o salário de R$10.000,00, do Pastor da Igreja Evangélica
“Valha-me Deus” não incide Imposto sobre a Renda e Proventos de
Qualquer Natureza, em virtude de imunidade tributária;
(b) Sobre os terrenos pertencentes à Universidade de Brasília,
localizados no Plano Piloto de Brasília, utilizados nas suas
finalidades essenciais, não incide IPTU, em virtude de imunidade
tributária;
(c) Os sindicatos dos trabalhadores estão sujeitos ao pagamento do
IPVA, IPTU e ITR, incidentes sobre os automóveis e terrenos urbanos
e rurais de sua propriedade, mesmo que vinculados a suas finalidades
essenciais, uma vez que não gozam de imunidade tributária;
(d) As Representações Diplomáticas acreditadas em Brasília, desde
que haja reciprocidade entre seus Países e o Brasil, não pagam IPTU
e IPVA sobre seus imóveis e automóveis, em virtude de imunidade
tributária.
(NOVO) 3.28. (OAB/DF/2004) No que concerne à imunidade e à
isenção, é correto afirmar:
(a) Sobre os veículos automotores pertencentes ao Corpo Diplomático
acreditado no Brasil não incide IPVA, em virtude de imunidade
tributária;
(b) Sobre a “Fazenda Fome Zero”, de propriedade da EMBRAPA, uma
empresa pública, pertencente à União, que desenvolve pesquisa
agropecuária, não incide ITR, em virtude de imunidade tributária;
(c) Sobre o prédio vinculado à finalidade essencial da Fundação
Cultural de Cajazeiras-PB, instituída e mantida por aquele
município, não incide o IPTU, em virtude de imunidade tributária;
(d) Sobre produtos industrializados destinados ao exterior não
incide IPI, em virtude de isenção tributária.
(NOVO) 3.29. (MPF/2002) Na Constituição Federal vigente, no
tocante aos tributos, foi adotada a política legislativa de:
(a) competência residual concorrente entre as pessoas de direito
público interno nos três níveis;
(b) competência residual reservada privativamente à União
(c) sistema igual ao da Constituição anterior no pertinente ao poder
de isentar tributos;
(d) competência não partilhada entre a União, os Estados, o Distrito
Federal e os Municípios para instituir contribuição de melhoria
(NOVO) 3.30. (TRF/3a. Região/1998) Compete aos Estados, ao
Distrito Federal e aos Municípios instituir:
(a) contribuição de intervenção no domínio econômico, definida em
lei complementar;
(b) contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em
benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social;
(c) contribuição social, dos empregadores, incidente sobre o lucro,
que só poderá ser exigida após decorridos noventa dias da data da
publicação da lei que a houver instituído ou modificado;
(d) imposto extraordinário, em caso de calamidade pública ou
iminência, com aplicação dos recursos vinculados à despesa que
fundamentou sua instituição
(NOVO) 3.31. (TRF/3a. Região/1998) Nos termos da Constituição
Federal, não gozam de competência tributária:
(a) os Estados, porque não são dotados de Poder Legislativo próprio;
(b) o Distrito Federal, desde a entrada em vigor do texto de 1988;
(c) os Territórios Federais, porque não são dotados de Poder
Legislativo próprio;
(d) os Municípios, porque não são dotados de autonomia política
(NOVO) 3.32. (TRF/5a. Região/1999) Em nosso sistema tributário,
são isentas da Cofins (COntribuição para o Financiamento da
Seguridade Social) as receitas auferidas por:
(a) entidades educacionais privadas sem fins lucrativos
(b) partidos políticos
(c) editoras de livros, jornais e revistas
(d) entidades beneficentes de assistência social
(e) concessionárias de serviço público
(NOVO) 3.33. (TRF/5a. Região/2001) Em nosso sistema tributário, é
correto afirmar que:
(a) alguns impostos federais não precisam observar o princípio da
legalidade para aumento das respectivas alíquotas
(b) o imposto aumentado em determinado ano pode ser cobrado no mesmo
exercício financeiro
(c) todas as receitas tributárias devem observar o princípio da
legalidade
(d) os tributos e multas são prestações pecuniárias compulsórias de
caráter sancionatório
(e) o princípio da capacidade contributiva é inaplicável às multas
fiscais e tarifas
(NOVO) 3.34. (TRF/3a. Região/2001) Considerando as limitações
constitucionais ao poder tributante, é correto afiançar que a
legislação tributária deve observar:
(a) limitações ao tráfego de pessoas e bens, por meio de tributos
interestaduais ou intermunicipais, inclusive a cobrança de pedágio
pela utilização das vias
(b) limitações ao tráfego de pessoas e bens, por meio de tributos
federais, ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização das vias
(c) normas esclarecedoras aos consumidores quanto aos impostos que
incidam sobre mercadorias e serviços
(d) isenções instituídas pela União de tributos da competência dos
Estados, para evitar a "guerra fiscal", mas não quanto aos tributos
das competênciasdo Distrito Federal e dos Municípios
(NOVO) 3.35. (MPF/1999) Ao estabelecer que ficam excluídas do
pagamento de certo imposto alguma ou algumas categorias de pessoas,
em certas circunstâncias, a norma tributária:
(a) é considerada válida
(b) viola o princípio da uniformidade da tributação
(c) constitui limite ao poder constitucional de tributar
(d) atenta contra o princípio fundamental da isonomia
(NOVO) 3.36. (OAB/CE/2002) São princípios gerais do sistema
tributário nacional:
I. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.
II. Cabe à lei complementar regular as limitações constitucionais ao
poder de tributar.
III. Sempre que possível os impostos terão caráter pessoal e não
serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte.
IV. Compete à União e ao Distrito Federal instituir contribuições
sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das
categorias profissionais ou econômicas.
Das afirmativas acima, são corretas:
(a) I e II;
(b) I, II e III;
(c) I e IV;
(d) II, III e IV.
(NOVO) 3.37. (OAB/GO/1998) Assinale a assertiva correta:
(a) A União pode conceder isenção tributária de tributos instituídos
pelos Estados e Municípios.
(b) Os tributos não-cumulativos só podem ser instituídos pelos
Estados-Membros.
(c) A não-submissão ao princípio da não-surpresa (anterioridade
tributária) somente é permitida a determinados tributos de
competência institutiva da União.
(d) Fato gerador equivale o fato imponível tributário se se tratar
de tributos federais.
(NOVO) 3.38. (OAB/GO/1999) Assinale a assertiva correta:
(a) O princípio da anualidade da lei tributária é constitucional.
(b) O princípio da anterioridade da lei tributária é constitucional.
(c) Os prêmios lotéricos são contemplados com imunidade tributária.
(d) I.P.I. e I.C.M.S. são tributos de fatos geradores e incidências
cumulativas.
(NOVO) 3.39. (OAB/MG/1997) Sobre as imunidades tributárias, é
correto afirmar que:
(a) A imunidade dos templos de qualquer culto (CF, art. 150,VI, b)
não beneficia as religiões pentecostais e afro-brasileiras, uma vez
que o curandeirismo e o charlatanismo são crimes definidos no Código
Penal.
(b) Constituem limitações ao poder de tributar, diferindo dos
princípios constitucionais tributários na medida em que estes
definem a forma de exercício válido e regular da competência,
enquanto aquelas são regras parciais de não competência.
(c) Em virtude da hierarquia própria da forma federal de Estado, a
União pode instituir impostos sobre o patrimônio, a renda e os
serviços de Estados e Municípios, mas a recíproca não é verdadeira.
(d) Constitui imunidade tributária a vedação constitucional à
cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do
início da vigência da lei que os houver instituido ou aumentado (CF,
art. 150, III, a).
(NOVO) 3.40. (OAB/MG/2000) Se o Município de Poço Fundo decidir
não cobrar mais o imposto sobre Transmissão Inter Vivos, ele poderá:
(a) renunciar à competência tributária concedida, através de lei
expressa, aprovada pela Câmara Municipal;
(b) fazê-lo, simplesmente, não se utilizando da competência
tributária concedida;
(c) delegar tal competência para a União Federal, através de lei
específica;
(d) delegar tal competência para uma entidade pública, de comum
acordo com a União e os Estados Brasileiros, que d deverão elaborar
norma jurídica autorizativa.
(NOVO) 3.41. (OAB/MG/2004) Assinale a alternativa CORRETA:
(a) as entidades sindicais patronais gozam de imunidade quanto a
impostos sobre patrimônio, renda e serviços.
(b) a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não
podem cobrar quaisquer tributos uns dos outros, em razão de
imunidade.
(c) as entidades educacionais sem fins lucrativos são sempre imunes
a impostos sobre renda, patrimônio e serviços.
(d) os livros e revistas são imunes, independentemente de seu
conteúdo.
(NOVO) 3.42. (OAB/MG/1997) A competência tributária no Brasil:
(a) É fixada exclusivamente pela Constituição Federal.
(b) Pode ser alterada, em casos específicos, por lei complementar.
(c) Em relação aos Estados pode ser ampliada pela Constituição
Estadual.
(d) Em relação aos Municípios, pode ser modificada por disposições
expressas da Lei Estadual Orgânica dos Municípios.
(NOVO) 3.43. (OAB/MG/1997) Se em Julho de 1979, um decreto do
Prefeito Municipal majora as alíquotas do Imposto Sobre Serviços de
Qualquer Natureza, determinando que as novas alíquotas atinjam todos
os fatos geradores ocorridos antes de sua vigência:
(a) aplica-se o Decreto (de 1979) aos fatos geradores ocorridos a
partir de 1979 (inclusive);
(b) aplica-se o Decreto (de 1979) apenas a partir do exercício de
1980, por força do princípio da anualidade;
(c) aplica-se a Lei anterior a todos os fatos geradores ocorridos
antes ou depois de 1979, pois a majoração desse tributo, feito por
decreto, não tem validade;
(d) aplica-se o Decreto (de 1979) a todos os fatos geradores
ocorridos antes ou depois de 1979, pois assim o determina o ato do
Prefeito Municipal.
(NOVO) 3.44. (OAB/MG/2003) Sobre as exonerações tributárias,
assinale a afirmativa CORRETA:
(a) existe imunidade de Imposto sobre transmissão “ causa mortis” e
doação de quaisquer bens ou direitos, nas doações de bens imóveis de
ascendentes para descendentes, como adiantamento de legítima.
(b) a imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado
a sua impressão veda a tributação dos lucros da editora pelo imposto
de renda.
(c) o despacho da autoridade administrativa que defere isenção em
caráter individual gera direito adquirido, nos termos do CTN.
(d) o instituto da imunidade, na Constituição de 1988, não é
específico dos impostos, havendo imunidades que atingem tributos de
outras espécies.
(NOVO) 3.45. (OAB/MG/2000) O Estado de Minas Gerais exige uma
taxa da Universidade Federal de Minas Gerais, em decorrência de
serviço prestado à instituição de ensino. Tal exigência é:
(a) inconstitucional pois a Universidade Federal de Minas Gerais é
imune à tributação;
(b) perfeitamente legal, desde que tenha sido anteriormente prevista
em lei;
(c) é ilegal, uma vez que a Universidade Federal de Minas Gerais não
é uma pessoa jurídica;
(d) é inconstitucional pois a Universidade Federal de Minas Gerais é
uma instituição de ensino de utilidade pública federal.
(NOVO) 3.46. (OAB/PE) O princípio da anterioridade da lei
tributária refere-se a:
(a) segurança jurídica;
(b) moralidade;
(c) publicidade;
(d) devido processo legal.
(NOVO) 3.47. (OAB/PE) 09) Assinale a resposta INCORRETA:
As leis que instituem tributos e contribuições sociais somente
entram em vigor quando observados os princípios inscritos na
Constituição, a saber:
(a) o princípio da estrita legalidade, pelo que se entende somente
ser possível instituir tributos com base em lei formal,
ressalvando-se os decretos de aumento de alíquotas em situações
especificadas;
(b) o princípio da irretroatividade tributária, não podendo ser
cobrados tributos relativos a fatos geradores anteriores à lei de
sua criação;
(c) o princípio da anualidade, não podendo ser cobrados tributos que
não estejam autorizados pela lei orçamentária;
(d) o princípio da anterioridade, isto é, não podem ser cobrados
tributos no mesmo exercício em que foi publicada a lei que os criou
ou aumentou, salvo no caso das contribuições sociais, que poderão
ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação da
lei que as houver instituído ou modificado.
(NOVO) 3.48. (OAB/SP) O Município é pessoa jurídica de direito
público interno, dotada, nos termos da Constituição Federal, de
competência legislativa própria e exclusiva. Assim, pode-se afirmar
com relação aos Municípios, que:
(a) tão-somente os governos federal e estadual podem intervir no
exercício da competência tributária dos municípios, uma vez que, não
obstante serem dotados de competência legislativa própria, devem
abrir mão de seus tributos diante de lei federal ou estadual,
hierarquicamente superiores, que assim o estabeleça;
(b) nem o governo federal, ou tão pouco qualquer tratado
internacional, pode obrigar os Municípios a deixar de instituir
tributos que são abrangidos por sua competência tributária;
(c) os Municípios possuem competência de caráter residual, de forma
que podem criar todo e qualquer tributo que não esteja reservado às
competências exclusivas da União, dos Estados e do Distrito Federal;
(d) os Municípios foram alçados pela Lei Maior à posição de pessoas
políticas, como os Estados e o Distrito Federal, sendo certo que não
podem livremente disciplinar os assuntos de interesse local,
inclusive os que concernem à instituição e arrecadação dos tributos
de sua competência.
(NOVO) 3.49. (OAB/SP) Se um tributo é criado em 20 de agosto de
1997, é certo que só poderá ser cobrado em:
(a) 31 de dezembro do mesmo ano, eis que, via de regra, os tributos
devem ser cobrados no mesmo exercício financeiro que haja sido
publicada a lei que os instituiu;
(b) 1999, já que os tributos só podem ser cobrados pelo menos dois
anos após a lei que os instituiu, já que o princípio da anualidade
não foi adotado pelo atual Constituição Federal;
(c) 1º de janeiro de 1998, porque a lei que cria ou aumenta um
tributo, ao entrar em vigor, fica com sua eficácia paralizada, até o
início do próximo exercício financeiro, quando poderá então incidir
e produzir efeitos na ordem jurídica;
(d) a qualquer momento, pois a própria lei que cria um determinado
tributo deve expressamente especificar o momento oportuno para que
se efetue a sua cobrança, para que os contribuintes saibam com
antecedência o momento exato que deverão ter de recolhê-lo.
(NOVO) 3.50. (OAB/SP) A União Federal institui contribuição
social cujos fato gerador e base de cálculo são os mesmos de um
imposto de sua competência. Considera-se essa contribuição
(a) constitucional, por não haver vedações constitucionais quanto à
utilização de mesmos fato gerador e base de cálculo, em se tratando
de contribuições sociais e impostos.
(b) inconstitucional, por incidir sobre o mesmo fato gerador de um
imposto.
(c) inconstitucional, por ser calculada sobre a mesma base imponível
de um imposto.
(d) inconstitucional, por representar bitributação.
(NOVO) 3.51. (OAB/RJ) Toda vez que a Constituição Federal
estabelece que determinado imposto “não incide” é correto afirmar
que estamos diante de um caso de:
(a) Imunidade;
(b) Isenção;
(c) Remição;
(d) Remissão;
(NOVO) 3.52. (OAB/SP) A partir da promulgação da Emenda
Constitucional no 32/01, as Medidas Provisórias
(a) não podem instituir ou majorar tributos, em nenhuma hipótese.
(b) podem instituir impostos ou aumentar as alíquotas previstas em
lei, desde que a respectiva cobrança só tenha lugar no exercício
seguinte ao da sua conversão em lei.
(c) podem instituir ou majorar impostos, desde que a respectiva
cobrança tenha lugar apenas no exercício seguinte ao da sua edição e
que sejam convertidas em lei no prazo máximo de 60 (sessenta) dias.
(d) podem aumentar a alíquota de quaisquer impostos ou
contribuições, para serem cobrados imediatamente, excluindo-se
apenas os impostos de competência dos Estados.
(NOVO 3.53. (OAB/SP) Determinado Estado da União exige, para a
entrada, em seu território, de mercadorias advindas de outros
Estados, o pagamento prévio do ICMS, convencionando pautas fiscais
de valor para a cobrança do imposto e permitindo a sua repetição na
hipótese da não-venda de tais mercadorias. Essa exigência é
(a) legal, pois os Estados têm o direito de precaver-se contra a
hipótese de sonegação do ICMS devido quando da venda posterior das
mercado- rias.
(b) legal, pois apenas está antecipando a cobrança de um imposto
devido.
(c) ilegal, pois a antecipação de tributo é proibida.
(d) ilegal, pois com isso está impedindo a livre circulação de
mercadorias, discriminando-as em face da sua procedência.
(NOVO) 3.54. (OAB/SP) É matéria excluída do princípio da reserva
legal
(a) a definição do fato gerador do tributo.
(b) a fixação da alíquota e da base de cálculo do tributo.
(c) a concessão de isenções e anistias.
(d) a definição da data de pagamento do tributo.
(NOVO) 3.55. (OAB/SP) Em 1998, a União Federal, com a finalidade
de regular o comércio exterior, criou lei isentando alguns produtos
do imposto de importação, do imposto sobre produtos industrializados
e do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e
sobre prestação de serviços de transporte interestadual e
intermunicipal e de comunicação. Tal procedimento
(a) é legal, pois cabe à União Federal legislar sobre comércio
exterior.
(b) é legal, pois a União Federal, desde que isente dos seus
impostos as importações no interesse da regulação do comércio
exterior, pode também isentar do ICMS.
(c) é inconstitucional, pois estaria ferida a autonomia tributária
dos Estados.
(d) é ilegal, pois a União Federal não pode isentar impostos
estaduais.
(NOVO) 3.56. (OAB/SP) A Lei nº 9.960, de 28.01.2000, instituiu a
Taxa de Fiscalização Ambiental – TFA, que passaria a incidir
imediatamente, tendo como fato gerador a atividade desenvolvida pelo
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis – IBAMA, com vistas ao controle de pessoas físicas ou
jurídicas potencialmente poluidoras. É possível sustentar a
ilegitimidade dessa exação e obter a restituição do valor porventura
já pago no exercício de 2000, a partir, dentre outros, do seguinte
fundamento:
(a) a lei ordinária não é veículo idôneo para a instituição de
taxas.
(b) é inadmissível a instituição de taxas, cujo fato gerador seja a
fiscalização da atividade particular.
(c) é inadmissível a cobrança de taxas, no mesmo exercício
financeiro da lei que a instituiu.
(d) é vedada a cobrança de taxas, para financiamento de atividades
desenvolvidas por órgãos da administração indireta.
SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. IMPOSTOS DA UNIÃO, DOS ESTADOS, DO
DISTRITO FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS. REPARTIÇÃO DAS RECEITAS
TRIBUTÁRIAS
4.1. Considere os seguintes impostos:
I - de importação
II - sobre a transmissão causa mortis
III - sobre a transmissão de imóveis inter vivos
Os tributos em questão competem respectivamente,
(a) à União, aos Municípios e aos Estados
(b) aos Municípios, aos Estados e à União
(c) aos Estados, à União e aos Municípios
(d) aos Estados, aos Municípios e à União
(e) à União, aos Estados e aos Municípios
4.2. No sistema da Constituição de 1988 o IPI se distingue do
ICMS
(a) por serem espécies tributárias distintas
(b) pela aplicação diferenciada do princípio da irretroatividade
(c) pelos diferentes instrumentos normativos utilizados para
instituição de um e de outro
(d) pela obrigatoriedade de observância da seletividade para um e
facultatividade para o outro
(e) pela obrigatoriedade da aplicação da técnica da
não-cumulatividade para um e facultatividade para o outro
4.3. É competência dos Municípios a instituição de impostos sobre
o seguinte fato:
(a) transmissão "causa mortis" de bens ou direitos
(b) cessão de direitos de aquisição de imóveis
(c) serviços intermunicipais de transporte
(d) proventos de funcionários municipais
(e) propriedade territorial rural
4.4. O imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza é
informado pelo critério da:
(a) generalidade
(b) regressividade
(c) impessoalidade
(d) seletividade
(e) não-cumulatividade
4.5. A empresa Aurum Ltda importou dos Estados Unidos da América
uma tonelada de ouro definido em lei como ativo financeiro. Esta
importação está sujeita ao:
(a) IOF
(b) II
(c) IPI
(d) ICMS
(e) Imposto sobre grandes fortunas
4.6. Qual dos seguintes elementos está relacionado com o caráter
pessoal do Imposto de Renda:
(a) proporcionalidade
(b) não-cumulatividade
(c) seletividade
(d) anterioridade
(e) deduções
4.7. Assinale o tributo cuja receita não é submetida a nenhuma
repartição de natureza constitucional:
(a) ITR
(b) II
(c) ICMS
(d) IPVA
(e) IOF, incidente sobre o ouro definido em lei como ativo
financeiro ou instrumento cambial
4.8. Com relação ao Fundo de Participação dos Municípios é
correto afirmar que:
(a) é constituído por vinte e um inteiros e cinco décimos do produto
da arrecadação do IR e do IPI
(b) seus recursos são rateados segundo critérios estabelecidos por
resolução do Senado Federal
(c) o Banco Central do Brasil credita, mensalmente, as quotas
devidas aos Municípios
(d) o cálculo de suas quotas compete ao Tribunal de Contas da União
(e) quatro por cento da totalidade de seus recursos são destinados à
formação de uma reserva
4.9. Pertencem aos Municípios:
(a) 100% da arrecadação do IR, incidente na fonte sobre rendimentos
pagos, a qualquer título, pelos Estados, suas autarquias e pelas
autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem
(b) 20% do produto da arrecadação dos impostos que a União instituir
no exercício de sua competência residual
(c) 50% do produto da arrecadação do ITR, relativamente aos imóveis
neles situados
(d) 20% do produto da arrecadação do IPVA em relação aos veículos
licenciados em seus territórios
(e) 50% dos recursos entregues pela União aos Estados,
proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos
industrializados
4.10. Assinale a resposta correta considerando as assertivas
abaixo:
I - Os Municípios podem dispensar, mediante lei, o pagamento de 50%
de IPVA, considerando que é a parte que lhes cabem na repartição da
receita do tributo;
II - Os proprietários de imóveis rurais podem recolher o ITR
mediante pagamento de 50% do valor devido à União e os outros 50% ao
Município onde o imóvel estiver situado;
III - As contribuições de seguridade social novas (exercício da
competência residual para este tipo de tributo) devem ter 20% do
produto de suas arrecadações transferidos para os Estados e o
Distrito Federal.
(a) todas as afirmações estão corretas
(b) somente a primeira afirmação é correta
(c) as duas primeiras afirmações são corretas
(d) somente a terceira afirmação é correta
(e) todas as afirmações estão incorretas
(NOVO) 4.11. (ESAF/2005) Considerando o que decorre do sistema
constitucional tributário brasileiro, julgue os itens a seguir, e
marque com (V) a assertiva verdadeira e com (F) a falsa, assinalando
ao final a opção correspondente.
( ) A progressividade do Imposto sobre a Propriedade Predial e
Territorial Urbana pode ser estipulada em função da subutilização
doi solo urbano
( ) As alíquotas máximas do Imposto Sobre Serviços de qualquer
natureza são estipuladas por lei complementar
( ) A chamada "competência residual da União" consiste na
possibilidade de instituir imposto não cumulativo, podendo,
eventualmente, a base de cálculo desse ser a mesma de outro, já
prevista na Constituição
( ) A medida provisória que majore contribuição para o financiamento
da Previdência Social somente poderá surtir efeitos no exercício
seguinte se convertida em lei até o último dia do exercício
precedente
a) V V F V
b) F F V F
c) V F V F
d) F V F F
e) V F F V
(NOVO) 4.12. (TRF/3a. Região/1999) Nos termos da COnstituição,
poderá ser progressivo no tempo:
(a) o imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza
(b) o imposto sobre grandes fortunas
(c) o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana
(d) o pedágio
(NOVO) 4.13. (TRF/3a. Região/2001) A regra da seletividade em
função da essencialidade dos produtos onerados pelo IPI (Imposto
sobre Produtos Industrializados) será contrastada pela legislação
que lhe institui alíquotas quando:
(a) as alíquotas forem menores aos produtos destinados a
sobrevivência das pessoas
(b) as alíquotas forem maiores aos produtos supérfluos
(c) as alíquotas forem mais elevadas em relação aos produtos de
primeira necessidade
(d) as alíquotas forem menos elevadas em relação aos produtos que
integrama denominada "cesta básica" do trabalhador
(NOVO) 4.14. (TRF/4a. Região/1999) Considerar as seguintes
afirmações, assinalando, adiante, a alternativa correta:
O depósito de ouro, em cofres mantidos por bancos comerciais,
destinado a servir como insumo industrial, é fato gerador do:
I - Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), porque o ouro é um
ativo financeiro
II - Imposto de Renda, porque evidencia sinais exteriores de riqueza
III - Imposto sobre operações relativas à Circulação de Mercadorias
e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e de
Comunicações (ICMS), porque o depósito é uma operação de circulação
(a) apenas a alternativa I está correta
(b) apenas a alternativa III está correta
(c) apenas as alternativas I e III estão corretas
(d) as três alternativas estão incorretas
(NOVO) 4.15. (TRF/5a. Região/1999) Nos termos do art. 153,
parágrafo terceiro, III da CF, o IPI não incidirá sobre produtos
industrializados destinados ao exterior. Tecnicamente, o dispositivo
contempla uma hipótese de:
(a) isenção tributária
(b) não-incidência tributária
(c) anistia fsical
(d) remissão tributária
(e) imunidade tributária
(NOVO) 4.16. (OAB/CE/2004) Qual dos serviços abaixo indicados
está fora do âmbito de incidência do Imposto sobre Serviços de
Qualquer Natureza?
(a) Serviços de estacionamento.
(b) Advocacia.
(c) Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicação.
(d) Exibições cinematográficas.
(NOVO) 4.17. (OAB/MG/1999) Assinale a única opção correta:
Cabe à lei complementar federal:
(a) fixar as alíquotas máximas do imposto municipal incidente sobre
serviços de qualquer natureza;
(b) disciplinar as limitações constitucionais, criando e extinguindo
imunidades
(c) conceder isenção de tributo estadual ou municipal;
(d) fixar, nas operações interestaduais, as alíquotas do imposto
estadual sobre operações de circulação de mercadoria e serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS)
(NOVO) 4.18. (OAB/MG/1997) Assinalar a afirmação correta:
Se um advogado, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, é
assessor jurídico de determinada empresa e professor em
estabelecimento de ensino superior, mantendo em ambas as atividades
relação de emprego, em regime de trabalho subordinado:
(a) dá-se o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza que incidirá sobre cada espécie de atividade do
contribuinte;
(b) dá-se o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza, que, no entanto, incidirá uma única vez, sobre a atividade
“preponderante” do contribuinte;
(c) dá-se o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza, mas nada deve o advogado pagar, pois só pessoa jurídica é
contribuinte do imposto;
(d) não se dá o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza, nada devendo-se pagar com relação a esse tributo.
(NOVO) 4.19. (OAB/PB/2004) Qual dos serviços abaixo indicados
está fora do âmbito de incidência do Imposto sobre Serviços de
Qualquer Natureza?
(a) Serviços de estacionamento.
(b) Advocacia.
(c) Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicação.
(d) Exibições cinematográficas.
(NOVO) 4.20. (OAB/RJ) Incidem sobre a produção e a circulação de
bens e serviços:
(a) O imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, o
imposto sobre importação de produtos estrangeiros e o imposto sobre
exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou
nacionalizados;
(b) O imposto sobre produtos industrializados, o imposto sobre
serviços de qualquer natureza e o imposto sobre operações relativas
à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicações;
(c) O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, o
imposto sobre a propriedade territorial rural e o imposto sobre
operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações
de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicações;
(d) O imposto sobre a propriedade territorial rural, o imposto sobre
a transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direito e
o imposto sobre transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato
oneroso, de bens imóveis.;
(NOVO) 4.21. (OAB/SP) João decide adquirir automóvel importado e,
para isso, promove em nome próprio a importação. João não é
empresário, nem contribuinte habitual do Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços (ICMS). Nessa hipótese, incide sobre a
operação imposto
(a) de Importação e Imposto sobre Produtos Industrializados.
(b) de Importação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e
Serviços.
(c) sobre Produtos Industrializados e Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços.
(d) de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados e Imposto
sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
(NOVO) 4.22. (OAB/SP) Determinada prefeitura, tendo aprovado um
projeto de loteamento de áreas de lazer (sítios de recreação) sitas
na zona rural de seu município, sobre as mesmas lançou o imposto
predial e territorial urbano. Esse procedimento é
(a) ilegal, pois as prefeituras não têm competência para tributar
imóveis na zona rural, ainda que dos seus municípios.
(b) ilegal, pois a competência para tributar imóveis fora da zona
urbana dos municípios é dos Estados Federados.
(c) legal, pois a aprovação, pela prefeitura, de projeto de
loteamento de sítios de recreação, ainda que na zona rural do
município por ela gerido, coloca tais áreas sob sua competência
tributária.
(d) legal, pois as prefeituras têm competência para tributar imóveis
na zona rural dos seus municípios.
(NOVO) 4.23. (OAB/SP) Determinada indústria consome parte dos
produtos por ela industrializados. Neste caso, há incidência do
Imposto sobre Produtos Industrializados?
(a) Não, pois o seu fato gerador é a saída dos produtos
industrializados do estabelecimento industrial.
(b) Não, pois não houve alienação dos produtos industrializados a
terceiros.
(c) Sim, pois ocorreu o consumo dos produtos industrializados.
(d) Sim, porque houve circulação econômica dos produtos
industrializados.
(NOVO) 4.24. (OAB/SP) Caio, contribuinte do Imposto Predial e
Territorial Urbano (IPTU), é proprietário de um imóvel sobre o qual
foi edificada uma construção clandestina. Em 1997, a Prefeitura
Municipal descobriu a nova edificação e realizou a revisão do
lançamento, do imposto pago no exercício de 1996, lançando, então, a
diferença de imposto apurada. Esse lançamento complementar
(a) não é possível, porque o lançamento do IPTU não pode ser revisto
sob alegação de erro de fato.
(b) não é possível, porque não cabe revisão do lançamento de ofício.
(c) é possível, porque o contribuinte tinha o dever de comunicar à
Prefeitura a edificação realizada.
(d) é possível, porque em regra os tributos podem ser cobrados
retroativamente.
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. HIERARQUIA. CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL.
VIGÊNCIA E APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. INTERPRETAÇÃO E
INTEGRAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
5.1. Sobre os decretos executivos federais, podemos afirmar que
são
a. ( ) veículos normativos privativos do Legislativo para aprovação,
entre outras coisas, dos tratados e convenções internacionais
celebrados pelo Presidente da República
b. ( ) atos normativos de competência privativa do Presidente da
República com força de lei, próprios para o aumento das alíquotas do
IPI, IE, IR e IOF
c. ( ) veículos normativos do Presidente da República para
aprovação, entre outras coisas, dos tratados e convenções
internacionais celebrados pelos Ministros de Estado
d. ( ) veículos normativos com força de lei, idôneos para instituir
impostos extraordinários na iminência ou no caso de guerra externa
e. ( ) veículos normativos que se prestam à aprovação dos
regulamentos dos impostos federais
5.2. Lei tributária que, simultaneamente, (a) disponha sobre
suspensão do crédito tributário, (b) sobre dispensa do cumprimento
de obrigações acessórias (c) e que defina infrações, esta última em
caso de dúvida quanto à extensão dos efeitos do fato, interpreta-se:
a.( ) analogicamente, extensivamente e de maneira mais favorável ao
acusado
b.( ) literalmente, extensivamente e analogicamente
c.( ) extensivamente, literalmente e analogicamente
d.( ) literalmente, extensivamente e de maneira mais favorável ao
acusado
e.( ) literalmente, literalmente e de maneira mais favorável ao
acusado
5.3. Para aprovar um tratado, convenção ou ato internacional
destinado a evitar a dupla tributação em matéria de imposto sobre
rendimentos, o instrumento necessário, segundo decorre dos termos da
Constituição da República, da praxe e das normas de direito interno,
é
a.( ) o decreto legislativo
b.( ) a emenda constitucional
c.( ) a lei delegada
d.( ) a lei ordinária
e.( ) a assinatura da minuta pelos representantes plenipotenciários
5.4. Na hipótese de o aplicador de lei tributária que comina
penalidades ficar em dúvida quanto à graduação da pena, deverá
interpretar a norma, em relação ao acusado, de modo
a.( ) analógico
b.( ) benigno
c.( ) equitativo
d.( ) literal
e.( ) integrado
5.5. São matérias sob estrita reserva de lei complementar
a.( ) a criação de empréstimos compulsórios e do salário-educação
b.( ) a instituição de contribuições sociais residuais (art. 195 §
4º da Constituição) e de impostos extraordinários
c.( ) a instituição de impostos extraordinários de guerra, do
imposto sobre grandes fortunas e dos empréstimos compulsórios
d.( ) a fixação das alíquotas dos impostos de importação, exportação
sobre operações financeiras e sobre produtos industrializados
e.( ) a criação de impostos baseados na competência residual da
União, de empréstimos compulsórios e do imposto sobre grandes
fortunas
5.6. Os tratados internacionais que versem sobre matéria
tributária, para produzirem efeitos no nosso ordenamento jurídico
(direito interno), devem, depois de celebrados pelo Presidente da
República
a. ( ) ser ratificados pelo Conselho de Segurança Nacional, por meio
de portaria
b. ( ) ser ratificados pelo Congresso Nacional, por meio de decreto
legislativo
c. ( ) ser ratificado, pelo Senado Federal, por meio de resolução
d. ( ) ou por funcionário ("lato sensu") por este designado, ser
ratificado pelo Congresso Nacional, por meio de Lei Complementar
5.7. Determina o Código Tributário Nacional que, salvo disposição
em contrário, os atos normativos expedidos pelas autoridades
administrativas entram em vigor
a. ( ) na data de sua publicação
b. ( ) no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a
sua publicação
c. ( ) 45 dias após a sua publicação
d. ( ) 90 dias após a sua publicação
5.8. Não se incluem entre as normas complementares previstas no
art. 100 do CTN:
a. ( ) os Decretos sobre matéria tributária assinados pelo
Presidente da República
b. ( ) as Portarias sobre matéria tributária assinadas pelo Ministro
da Fazenda
c. ( ) os Convênios que entre si celebram os Estados
d. ( ) os Convênios que entre si celebram o Distrito Federal e os
Municípios
5.9. De acordo com o artigo 99 do Código Tributário Nacional, o
conteúdo e o alcance do decreto restringem-se
a. ( ) à fixação de obrigações tributárias acessórias
b. ( ) aos das leis em função dos quais sejam expedidos
c. ( ) à consolidação de normas contidas em leis e decretos-leis
d. ( ) a indicar hipótese não alcançadas pela lei regulamentada
5.10. Em 12-12-88 foi publicada uma lei majorando alíquotas do
imposto sobre produtos industrializados. Essa lei carece de
disposição sobre sua vigência. A cobrança desses aumentos poderá ser
efetuada a partir de
a. ( ) 01-01-89
b. ( ) 01-01-90
c. ( ) 11-01-89
d. ( ) 26-01-89
e. ( ) 12-12-88
5.11. Em caso de dúvida quanto à capitulação legal do fato, a
autoridade competente para julgar infrações à legislação tributária
deve
a. ( ) utilizar o princípio da equidade
b. ( ) aplicar a analogia
c. ( ) interpretar a norma da maneira mais favorável ao acusado
d. ( ) eximir o acusado de qualquer penalidade
e. ( ) aplicar a pena mais severa
5.12. Assinale a alternativa que contenha a sequência correta de
resposta às três perguntas abaixo.
1ª ) Para definir o que é propriedade, domínio útil ou posse, com a
finalidade de limitar a tributação a respeito, são utilizáveis os
princípios gerais de direito privado?
2ª ) A lei tributária federal pode, para fins de definição de fato
gerador de imposto, alterar o conceito de câmbio, seguro ou de
títulos imobiliários?
3ª ) O emprego da equidade, visando a atenuar os rigores de uma lei,
pode resultar na dispensa de tributo injusto?
a. ( ) Não. Não. Não.
b. ( ) Não. Não. Sim.
c. ( ) Não. Sim. Sim.
d. ( ) Sim. Sim. Sim.
e. ( ) Sim. Não. Não.
5.13. Autuado por infração à legislação do imposto sobre produtos
industrializados, um contribuinte defendeu-se judicialmente. A
decisão final do litígio lhe foi desfavorável. Intimado a pagar o
imposto e a multa devidos, ele fica sabendo que entrou em vigor uma
lei que deixa de definir como infração o ato praticado. Assinale a
alternativa correta aplicável ao fato acima mencionado.
a. ( ) A lei vigente à época da infração somente não é aplicável ao
caso, se foi expressamente revogada pela posterior
b. ( ) A nova lei não é aplicável ao caso, porque se trata de ato
definitivamente julgado
c. ( ) A nova lei retroage apenas para excluir a multa devida
d. ( ) A nova lei retroage, para efeito de excluir o imposto devido
e. ( ) Lei que estabelece normas gerais de direito tributário jamais
se aplica a ato ou fato pretérito
5.14. Ressalvado o disposto no CTN, a vigência, no espaço e no
tempo, da legislação tributária rege-se pelas disposições aplicáveis
às normas jurídicas
a. ( ) de direito público
b. ( ) em geral
c. ( ) de direito civil
d. ( ) de direito penal
5.15. Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente
para aplicar a legislação tributária:
a. ( ) deve empregar a analogia, desde que não resulte na exigência
de tributo não previsto em lei
b. ( ) utilizará sucessivamente, nessa ordem, a analogia, a
equidade, os princípios gerais de direito público e os princípios
gerais de direito tributário
c. ( ) pode empregar a equidade, ainda que resulte na dispensa do
pagamento de tributo devido
d. ( ) pode empregar os princípios gerais de direito privado, exceto
para pesquisa de definição do conteúdo e do alcance de seus
institutos, conceitos e formas
5.16. Assinale a alternativa que indica corretamente uma das
regras de aplicação da legislação tributária fixadas pelo Código
Tributário Nacional
a. ( ) a legislação tributária aplica-se imediatamente a todos os
fatos geradores passados, futuros e pendentes, ocorridos no ano de
sua publicação
b. ( ) a lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito em
qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, excluída a
aplicação de penalidade à infração dos dispositivos interpretados
c. ( ) a lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito,
tratando-se de ato definitivamente julgado, quando deixe de
defini-lo como infração
d. ( ) a lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito,
tratando-se de ato não definitivamente julgado, quando lhe comine
penalidade mais severa que a prevista na lei vigente ao tempo da sua
prática
5.17. A legislação tributária que disponha sobre suspensão ou
exclusão do crédito tributário deve ser interpretada
a. ( ) da maneira mais favorável ao sujeito ativo>
b. ( ) analogicamente
c. ( ) literalmente
d. ( ) de maneira mais favorável ao sujeito passivo
5.18. Município aprovou lei nova que reduziu alíquota de imposto
de sua competência de 4% para 2%, mas fixou multa mais severa -
alterando-a de 30% para 100% - ao não-pagamento tempestivo do
tributo. Sendo essa lei de 1º de janeiro de 1984, entende-se que se
aplicam:
a. ( ) a alíquota de 4% e a multa de 30% aos fatos geradores e
infrações ocorridos antes de 1/1/84, e os percentuais da lei nova
aos fatos geradores e infrações sucedidos após 1/1/84
b. ( ) segundo o princípio da retroatividade benigna, a alíquota de
2% a todos os fatos geradores ocorridos antes ou depois de 1/1/84 e
os percentuais da lei nova às infrações sucedidas após 1/1/84
c. ( ) a alíquota de 4% e a multa de 30% aos créditos já inscritos
em dívida ativa, mas os valores dos percentuais da lei nova aos
fatos geradores e infrações ocorridos até 1/1/84 cujos créditos não
tenham sido inscritos em dívida ativa, assim como aos fatos
geradores posteriores a essa data
d. ( ) a alíquota de 4% e a multa de 30% aos fatos geradores e
infrações ocorridas até 1/1/85 e os valores da lei nova aos fatos
geradores e infrações sucedidos após 1/1/85, em razão do princípio
da anterioridade
e. ( ) os valores dos percentuais da lei nova a todos os fatos
geradores ou infrações ocorridos antes ou depois de 1/1/84
5.19. Assinale a única alternativa correta:
a. ( ) na ausência de disposição expressa, a autoridade competente
para aplicar a legislação tributária utilizará sucessivamente, nessa
ordem, a analogia, a equidade, os princípios gerais de direito
tributário e os princípios gerais de direito público
b. ( ) os princípios gerais do direito privado utilizam-se para
pesquisa da definição, conteúdo e alcance de seus institutos e
conceitos, inclusive para definição dos respectivos efeitos
tributários
c. ( ) a autoridade competente para a aplicação da lei tributária
não pode empregar a equidade quando dela resulte a dispensa da
penalidade pecuniária
d. ( ) interpreta-se literalmente a legislação tributária que
disponha sobre dispensa do cumprimento de obrigações tributárias
acessórias
5.20. Em 20 de novembro de 1991, foi publicada lei majorando as
alíquotas dos seguintes tributos: Imposto sobre a Propriedade
Territorial Rural, Contribuição para a Seguridade Social e Imposto
sobre Operações de Seguro. As alíquotas majoradas podem ser
aplicadas, respectivamente,
a. ( ) no exercício seguinte, 90 dias após e imediatamente
b. ( ) no exercício seguinte, imediatamente e 90 dias após
c. ( ) imediatamente, 90 dias após e no exercício seguinte
d. ( ) no exercício seguinte, 90 dias após e 90 dias após
e. ( ) no exercício seguinte, no exercício seguinte e no exercício
seguinte
(NOVO) 5.21. (ESAF/2005) - No interregno que medeia a declaração
e o vencimento, o valor declarado a título de tributo, corre o prazo
prescricional da pretensão de cobrança
- O inadimplemento de obrigações tributárias caracteriza infração
legal que justifique redirecionamento da responsabilidade para o
sócio-gerente da empresa
- A expressão 'ato não definitivamente julgado' constante do artigo
106, II, letra 'c', do Código Tributário Nacional refere-se ao
âmbito administrativo (já que no âmbito judicial não se procede ao
lançamento)
(a) sim, não, sim
(b) não, sim, não
(c) sim, sim, não
(d) não, não, não
(e) sim, sim, sim
(NOVO) 5.22. (ESAF/2005) Considerando os termos "vigência" e
"aplicação" da legislação tributária, julgueos itens a seguir.
Marque com (V) a assertiva verdadeira e com (F) a falsa, assinalando
ao final a opção correspondente.
( ) É condição de vigência da lei tributária a sua eficácia
( ) O CTN veda a extraterritorialidade da legislação tributária
( ) Não é vedado aos decretos dispor sobre o termo inicial da
vigência dos atos expedidos pelas autoridades administrativas
tributárias
( ) O Código Tributário Nacional adota como regra a irretroatividade
da lei tributária
(a) V F F V
(b) F F V F
(c) F F V V
(d) V F V V
(e) V F V F
(NOVO) 5.23. (ESAF/2005) Leia cada um dos assertos abaixo e
assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso. Depois,
marque a opção que contenha a exata seqüência.
( ) Os convênios reclamam o prévio abono da Assembléia Legislativa,
por assimilação deles aos tratados internacionais que, pela
Constituição, necessitam da aprovação prévia do Congresso Nacional
( ) A lei instituidora da isenção de mercadorias, mesmo que nada
diga a respeito, é extensiva às mercadorias estrangeiras, quando
haja previsão da lei mais favorecida, porque para não ofender o
disposto no art. 98 do CTN ela tem de ser interpretada como
aplicável a todos os casos que não os ressalvados, em virtude de
extensão de isenção pelos tratados internacionais
( ) Os atos administrativos normativos entram em vigor, em regra, na
data da sua publicação
(a) F F V
(b) F F F
(c) V V V
(d) F V V
(e) V F V
(NOVO) 5.24. (OAB/AL/2002) A Constituição Federal de 1988, no
âmbito da matéria tributária, firmou para as leis complementares,
dentre outros, o papel de:
(a) fixar fatos geradores de tributos;
(b) emitir normas gerais de Direito Tributário;
(c) dar validade a tratados e convenções internacionais;
(d) editar leis criando tributos.
(NOVO) 5.25. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva correta:
(a) Lei federal pode aumentar tributo de competência institutiva
municipal;
(b) Impostos incidentes sobre prestação de serviços são exigidos por
municípios exclusivamente;
(c) Convênios que entre si celebram a União, Estados, Distrito
Federal e municípios também são normas tributárias complementares;
(d) Empréstimo compulsório instituído e cobrado mediante
lei-delegada estadual é tributo.
(NOVO) 5.26. (OAB/GO/1998) Assinale a assertiva correta:
(a) Somente o Código Tributário Nacional pode legislar
infraconstitucionalmente sobre direito processual tributário.
(b) As normas contidas no Código Civil Brasileiro são necessárias
para interpretação das leis tributárias.
(c) Em nossa Constituição Republicana inexiste norma
processual-tributária.
(d) Nenhuma norma jurídico-tributária autorizou a utilização da ação
de consignação em pagamento, prevista no CPC.
(NOVO) 5.27. (OAB/GO/1998) Assinale a assertiva correta:
(a) O Código Tributário Nacional é originalmente uma lei ordinária,
mas tem força de lei complementar constitucional.
(b) Todas contribuições destinadas a financiamento da seguridade
social somente podem ser arrecadadas pelo INSS (Instituto Nacional
da Seguridade Social).
(c) As contribuições de intervenção no domínio econômico são
contribuição de melhoria e taxas.
(d)O governo federal pode aumentar a alíquota de qualquer um dos
tributos de sua competência institutiva para fomentar o
desenvolvimento de determinada região do país.
(NOVO) 5.28. (OAB/MG/1997) Sobre o Código Tributário Nacional
(Lei nº 5.172, de 25.10.66). Assinale a alternativa correta:
(a) Trata-se de um código, nos termos do Ato Complementar nº 36/66,
razão pela qual apenas pode ser derrogado por outro código.
(b) É uma lei federal que, no respeitante a impostos estaduais, pode
ser alterada por lei estadual, em razão da competência legislativa
concorrente entre a União, os Estados e o Distrito Federal, em
matéria tributária (CF, art. 24,I).
(c) É, formalmente, uma lei ordinária federal, uma vez que foi
aprovado nesta categoria, apenas podendo ser alterado por outra lei
ordinária federal.
(d) Embora tenha sido aprovado como lei ordinária, é lei
complementar no sentido material, por ter sido recepcionado nesta
categoria pelas Constituições supervenientes; por esta razão, requer
lei complementar para ser modificado.
(NOVO) 5.29. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:
(a) A revogação, em uma data qualquer, da legislação que prevê a
incidência de determinado tributo, obsta que daí em diante sejam
iniciados procedimentos administrativos de lançamento tributário
referentes a fatos geradores ocorridos anteriormente a tal data;
(b) Tratando-se de ato definitivamente julgado, é possível a
retroatividade da lei que deixe de defini-lo como infração à
legislação tributária;
(c) É admitida a utilização do recurso da analogia na aplicação da
legislação tributária;
(d) É competente o decreto regulamentar para criar hipóteses de
extinção do crédito tributário, mas não de suspensão e de exclusão
do mesmo.
(NOVO) 5.30. (OAB/RJ) Com relação aos impostos discriminados na
Constituição Federal, precisam ser necessariamente disciplinados por
lei complementar:
(a) O fato gerador, a base de cálculo e o prazo de recolhimento do
tributo;
(b) O fato gerador, a definição de contribuinte e o prazo de
recolhimento do tributo;
(c) A definição de contribuinte, o fato gerador e a base de cálculo
do tributo;
(d) O aumento de alíquota, o prazo de recolhimento e a base de
cálculo do tributo;
(NOVO) 5.31. (OAB/SP) Assinale a alternativa inverídica.
(a) O conceito de “poder de polícia” encontra-se no CTN.
(b) Na iminência ou no caso de guerra externa, a União pode
instituir, temporariamente, impostos extraordinários.
(c) Não constitui majoração de tributo a atualização do valor
monetário da respectiva base de cálculo.
(d) Existe método próprio para a interpretação das normas
tributárias.
(NOVO) 5.32. (OAB/SP) No exercício de 1995, um contribuinte
deixou de recolher determinado tributo. Na ocasião, a lei impunha a
multa moratória de 30% do valor do débito. Em 1997, houve alteração
legislativa que reduziu a multa moratória para 20%. O contribuinte
recebeu, em 1998, notificação para pagamento do débito, acrescido da
multa moratória de 30%. A exigência está
(a) correta, pois aplica-se a lei vigente à época de ocorrência do
fato gerador.
(b) errada, pois aplica-se retroativamente a lei que defina
penalidade menos severa ao contribuinte.
(c) correta, pois o princípio da irretroatividade veda a aplicação
retroagente da lei tributária.
(d) errada, pois a aplicação retroativa da lei é regra geral no
direito tributário.
(NOVO) 5.33. (OAB/SP) Determinado contribuinte praticou infração
à legislação tributária, tendo-lhe sido cominada multa equivalente a
75% do valor do tributo envolvido. Essa multa foi quitada, sem que o
contribuinte a tivesse impugnado na esfera administrativa.
Posteriormente, sobreveio nova legislação que reduziu a multa
exigível nessa mesma hipótese para 50%. O contribuinte
(a) não tem direito à restituição da diferença, uma vez que a nova
lei é posterior ao pagamento daquele débito.
(b) não tem direito à restituição da diferença, por aplicação do
princípio da irretroatividade da lei tributária.
(c) tem direito à restituição da diferença, porque a lei tributária
retroage para beneficiar o contribuinte.
(d) tem direito à restituição da diferença, porque se aplica
retroativamente a lei que comine penalidade menos severa.
OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR. SUJEITO ATIVO E SUJEITO
PASSIVO. SOLIDARIEDADE. CAPACIDADE. DOMICÍLIO.
6.1. Em relação às afirmativas abaixo, assinale a opção correta.
1º - A obrigação tributária principal tem por objeto o pagamento de
tributo ou multa.
2º - Obrigação tributária acessória tem por objeto qualquer outra
prestação imposta pela legislação tributária.
3º - A aplicação de penalidade não pecuniária origina uma obrigação
tributária principal.
a. ( ) somente a primeira é correta.
b. ( ) somente a segunda é correta.
c. ( ) somente a terceira é correta.
d. ( ) As duas primeiras são corretas.
e. ( ) As três são corretas.
6.2. A obrigação acessória converte-se em obrigação principal
relativamente à penalidade pecuniária:
a. ( ) quando seu valor ultrapassa o limite fixado em lei
b. ( ) pelo simples fato de sua inobservância
c. ( ) quando seu valor for superior ao da obrigação principal
d. ( ) pelo simples fato da sua observância
6.3. Dona Geni Buarque, que explora lenocínio, teve os
rendimentos auferidos na referida atividade, submetidos à incidência
do imposto de renda da pessoa física, pela fiscalização da Delegacia
da Receita Federal. Indique o tratamento adequado ao caso.
a. ( ) Por configurar ilícito penal e atentado aos bons costumes, a
matéria está fora da área de incidência tributária
b. ( ) Por caracterizar uma atividade ilícita juridicamente, o
titular é incapaz sob o ponto de vista tributário
c. ( ) Tratando-se de ilícito penal, não há que se falar em
incidência tributária
d. ( ) Tratando-se de ato contra os bons costumes, repugna ao
direito tributário considerá-lo como suscetível de se submeterá
incidência da norma tributária
e. ( ) A matéria está dentro do campo de incidência tributária, eis
que para o direito tributário é irrelevante a licitude ou ilicitude
da atividade tributada
6.4. Regra geral, tratando-se de situação jurídica, considera- se
ocorrido o fato gerador, em relação aos negócios jurídicos
submetidos a condição resolutória, a partir do momento do (a)
a. ( ) ocorrência da situação fática
b. ( ) implemento da condição resolutória
c. ( ) celebração do negócio
d. ( ) implemento da condição suspensiva
e. ( ) verificação das circunstâncias materiais necessárias para que
a situação de fato produza os efeitos que normalmente lhe são
próprios
6.5. ...(1)... é eficácia que decorre do ...(2)..., juridicizando
pela ...(3)... e declarada pelo ...(4)...
As expressões que outorgam sentido ao enunciado acima são,
respectivamente:
a. ( ) A norma de incidência; exercício da competência tributária;
ocorrência do fato gerador; Fisco
b. ( ) A competência tributária; Sistema Tributário; Constituição
Federal de 1988; Código Tributário Nacional
c. ( ) A obrigação tributária; fato gerador; norma de incidência
tributária; ato de lançamento tributário
d. ( ) A obrigação tributária; ato de lançamento tributário;
competência administrativa vinculada de lançar; ato de inscrição na
dívida ativa
e. ( ) O crédito tributário; ato de inscrição na dívida ativa;
hipótese tributária; Fisco
6.6. Salvo disposição de lei em contrário, reputam-se perfeitos e
acabados os atos ou negócios jurídicos sob condição suspensiva desde
o momento
a. ( ) do implemento da condição
b. ( ) da prática do ato
c. ( ) da celebração do contrato
d. ( ) do desfazimento do ato
e. ( ) do desfazimento do negócio jurídico
6.7. Em contrato de locação de imóvel, ficou pactuado entre o
locador e o locatário e a empresa administradora do imóvel que o
locatário assumiria todos os encargos tributários incidentes sobre o
imóvel, ficando a empresa administradora responsável pela sua
administração e fiel execução de todas as cláusulas contratuais, que
exigissem a sua interveniência. Considerando-se que o locador, como
proprietário do imóvel, é o contribuinte do imposto sobre a
propriedade predial e territorial urbana, o Município deve cobrar o
tributo, nos termos do Código Tributário Nacional, do
a. ( ) locatário, em face do disposto no referido contrato, que lhe
transfere o encargo tributário
b. ( ) locatário, e, sucessivamente, da empresa administradora, se o
primeiro recusar-se a pagá-lo
c. ( ) locador ou do locatário, em face da disposição contratual
referida
d. ( ) locador, pois os acordos particulares não vinculam, nessa
matéria, o Fisco
e. ( ) locador, do locatário ou da empresa administradora, conforme
a conveniência do Fisco
6.8. Determinada empresa industrial contratou, por escrito, com
um atacadista, uma vultosa venda sem nota fiscal, de produtos
sujeitos ao IPI, estabelecendo que o comprador se responsabilizaria
pelo imposto que, por ventura, viesse a ser exigido. O Fisco, nesse
caso, tem direito a (ao):
a. ( ) todo o tributo do comprador, já que o contrato faz lei entre
as partes
b. ( ) metade de cada um, pois, devido ao conluio, são
solidariamente responsáveis
c. ( ) todo o tributo da indústria, pois tal contrato não pode ser
oposto à Fazenda Pública
d. ( ) exigir do comprador o tributo, por força do contrato, além de
exigir multa da empresa industrial, por sonegação fiscal
e. ( ) valor integral do tributo de ambas as partes, por aplicação
da lei fiscal e do contrato
6.9. Sujeito passivo da obrigação tributária acessória é:
a. ( ) a pessoa obrigada a pagar solidariamente a prestação
pecuniária
b. ( ) a pessoa obrigada às prestações que constituem o seu objeto
c. ( ) a pessoa obrigada a pagar o tributo previsto em lei
d. ( ) a pessoa obrigada a pagar, por sucessão, a prestação
principal
6.10. Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido
o fato gerador e existentes os seus efeitos
a. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que
tenha sido iniciada a sua constituição, nos termos do direito
aplicável
b. ( ) tratando-se de situação de fato, desde o momento em que
estejam em vias de se verificar quaisquer circunstâncias materiais
que produzam os efeitos que normalmente lhes são próprios
c. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que
esteja definitivamente constituída, nos termos do direito aplicável
d. ( ) em qualquer situação, desde o momento em que se identifique o
contribuinte, nos termos do direito aplicável
6.11. Regra geral, considera-se ocorrido o fato gerador e
existente os seus efeitos,
a. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que
tenha sido iniciada a sua constituição, nos termos do direito
aplicável
b. ( ) tratando-se de situação de fato, desde o momento em que
estejam em vias de se concretizar as circunstâncias materiais que
produzirão os efeitos que lhe são próprios
c. ( ) em qualquer situação, desde o momento em que se identifique o
contribuinte, nos termos do direito aplicável
d. ( ) tratando-se de situação de fato, desde o momento da prática
do ato ou da celebração do negócio
e. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que
esteja definitivamente constituída, nos termos do direito pertinente
6.12. Por determinação do Código Tributário Nacional, a definição
legal do fato gerador é interpretada
a. ( ) excluindo-se os atos sem validade jurídica efetivamente
praticados pelos contribuintes
b. ( ) levando-se em conta os efeitos dos atos efetivamente
praticados pelos contribuintes
c. ( ) abstraindo-se dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos
d. ( ) levando-se em conta os efeitos dos fatos efetivamente
ocorridos
6.13. Num contrato de locação estipulou-se que o responsável pelo
pagamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial
urbana seria o inquilino ou o fiador. Esse contrato é válido, mas
eficaz apenas entre
a. ( ) as partes signatárias
b. ( ) o locatário, o fiador e a Fazenda Pública
c. ( ) os signatários e a Fazenda Pública
d. ( ) o fiador e a Fazenda Pública
e. ( ) o locatário e a Fazenda Pública
6.14. O contrato de trabalho de Totó, bem conceituado jogador de
futebol, firmado com o Fluminense Futebol Clube, estabelece que
incumbe ao citado clube assumir, como seu encargo, o pagamento do
Imposto sobre a Renda incidente sobre salários, luvas e prêmios
(bichos) recebidos pelo referido jogador. Daí se conclui que:
a. ( ) a transferência de encargo tributário produzirá efeitos entre
as partes contratantes, sendo inoponível ao Fisco
b. ( ) o Fluminense Futebol Clube, pelo contrato, assumiu a posição
de responsável tributário
c. ( ) a responsabilidade tributária do clube é subsidiária, sendo
exigido o tributo, quando o jogador evidencia impossibilidade de
pagamento do tributo
d. ( ) o Fluminense Futebol Clube assumiu a posição de substituto
tributário, sendo a responsabilidade do jogador meramente supletiva
e. ( ) o referido jogador não pode compelido, pela Secretaria da
Receita Federal, a pagar o citado tributo
6.15. O sujeito passivo da obrigação tributária principal diz-se:
a. ( ) contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a
situação que constitua o respectivo fato gerador
b. ( ) responsável, quando tenha relação pessoal e direta com a
situação que constitua o respectivo fato gerador
c. ( ) contribuinte, quando tenha qualquer espécie de relação com a
situação que constitua o respectivo fato gerador
d. ( ) responsável, quando tenha qualquer espécie de relação com a
situação que constitua o respectivo fato gerador
(NOVO) 6.16. (ESAF/2005) Leia cada um dos assertos abaixo e
assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso. Depois,
marque a opção que contenha a exata seqüência.
( ) A situação definida em lei, desde que necessária para o
nascimento da obrigação tributária principal é o seu fato gerador
( ) Qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a
prática de um ato que não tenha por objeto o pagamento de tributo ou
multa, é obrigação tributária acessória
( ) Atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de
encobrir a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos
elementos constitutivos da obrigação tributária, desde que legítimos
perante a legislação civil, não podem ser desconsiderados pela
autoridade tributária
(a) V V V
(b) F V V
(c) F F F
(d) F F V
(e) V F V
(NOVO) 6.17. (MPF/2002) Assinale o imposto cujo fato gerador é
instantâneo:
(a) Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)
(b) Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
(c) Imposto de Renda de Pessoa Jurídica
(d) Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e
Serviços
(NOVO) 6.18. (TRF/4a. Região/2001) Assinale a alternativa correta
(a) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita,
decorrendo a validade dos atos jurídicos dos requisitos de agente
capaz, objeto lícito e forma prescrita ou não defesa em lei, é
inadmissível o poder tributante exigir imposto cuja obrigação tem
por fato imponível situação penalmente reprovável
(b) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, não
incide Imposto de Renda, porquanto não descrito pelo legislador ato
ilícito como elemento de hipótese de incidência
(c) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, a
exigência tributária fica sobrestada até o pronunciamento
declaratório da licitude da atividade
(d) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, é
exigível o imposto, visto que a ilicitude dos atos praticados não
interfere na relação tributária
(NOVO) 6.19. (OAB/CE/2002) A transmissão de propriedade causa
mortis do de cujos a herdeiro infante:
(A) não fica sujeita ao imposto correspondente, porque a lei
tributária não pode alterar os conceitos e definições do direito
privado; logo, o infante não é sujeito de obrigação tributária;
(B) fica sujeita à incidência do imposto correspondente, porque a
capacidade tributária independe da capacidade civil das pessoas
naturais;
(C) não fica sujeita ao imposto correspondente porque o infante não
tem, pela lei civil, capacidade obrigacional;
(D) fica sujeita ao imposto cujo valor ficará depositado em juízo
até que se complete a idade de capacitação civil do herdeiro.
(NOVO) 6.20. (OAB/MG/2000) Assinale a opção CORRETA:
As convenções particulares, que modificam a responsabilidade
tributária pelo pagamento de tributos, dela excluindo sujeito
passivo legalmente estabelecido, podem ser opostas à Fazenda
pública.
(a) Desde que haja disposição expressa de lei nesse sentido;
(b) Sempre que formalizadas por escrito, na presença de duas
testemunhas e lavadas a registro no Cartório de Títulos e
Documentos;
(c) Desde que autorizadas por ato administrativo devidamente
fundamentado;
(d) Quando se tratar de taxas ou contribuições, excluindo-se dessa
possibilidade os impostos.
(NOVO) 6.21. (OAB/SP) Determinada pessoa exerce posse clandestina
"invasora" de terra sobre área urbana destinada à preservação de
mananciais, onde são proibidas a ocupação do solo e a edificação.
Todavia, ali constrói casa destinada à residência sua e de sua
família. Eventual exigência de IPTU do possuidor é
(a) lícita, pois o sujeito passivo do IPTU é sempre o possuidor de
imóvel urbano.
(b) lícita, pois considera-se ocorrido o fato gerador do tributo,
independentemente da validade jurídica da natureza de seu objeto.
(c) ilícita, pois o IPTU apenas pode ser exigido do proprietário de
imóvel urbano.
(d) ilícita, pois o Município não poderia tolerar a ocupação e
edificação irregular das áreas.
RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA
7.1. Laticínio Sertanejo Ltda foi incorporado por Laticínio
Brasília S/A em 16/04/91. Posteriormente, o Fisco Federal levantou
um crédito tributário da responsabilidade do Laticínio Sertanejo
Ltda., anterior à data da incorporação. Esse crédito tributário
a. ( ) não mais pode ser cobrado
b. ( ) deve ser cobrado somente dos antigos sócios do Laticínio
Sertanejo Ltda
c. ( ) deve ser cobrado somente em conjunto com os demais débitos
tributários, inclusive estaduais e municipais, do Laticínio
incorporado
d. ( ) deve ser cobrado, sem que haja, entretanto, imposição de
qualquer penalidade
e. ( ) deve ser cobrado de Laticínio Brasília S/A
7.2. É pessoalmente responsável o
a. ( ) pai, pelos tributos devidos por seus filhos menores
b. ( ) adquirente, pelos tributos devidos em relação aos bens
adquiridos
c. ( ) tabelião, pelos tributos devidos em relação aos atos
praticados por ele
d. ( ) inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio
e. ( ) tutor, pelos tributos devidos por seus tutelados
7.3. Os tributos devidos pelo de cujus, até a data da abertura da
sucessão, são da responsabilidade pessoal
a. ( ) do sucessor a qualquer título, e cônjuge meeiro, se houver
b. ( ) do locatário e do cônjuge meeiro, se houver
c. ( ) do inventariante
d. ( ) do espólio
e. ( ) do herdeiro e do cônjuge meeiro, se houver
7.4. Em caso de crédito tributário resultante de ato praticado
com excesso de poderes por diretor de pessoa jurídica de direito
privado,
a. ( ) a responsabilidade é da empresa, pois ela responde pelos atos
praticados por seus dirigentes, gerentes ou representantes
b. ( ) o diretor responde subsidiariamente
c. ( ) o diretor responde solidariamente com a empresa
d. ( ) é da empresa a responsabilidade, pois esta independe da
intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e
extensão dos efeitos do ato
e. ( ) o diretor responde pessoalmente
7.5. Quando uma pessoa jurídica de direito privado adquirir de
outra, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou
profissional, e continuar a respectiva exploração sob outra razão
social:
a. ( ) os tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido
devidos até a data do ato, não serão de responsabilidade da
adquirente, se a alienante iniciar dentro de seis meses, a contar da
data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo do
comércio, indústria ou profissão
b. ( ) a adquirente responderá pelos tributos, relativos ao fundo ou
estabelecimento adquirido, devidos até a data do ato, parcialmente,
se a alienante cessar a exploração do comércio, indústria ou
atividade
c. ( ) os tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido
devidos até a data do ato, serão da responsabilidade exclusiva da
alienante, se esta prosseguir na exploração ou iniciar dentro de
seis meses, a contar da alienação, nova atividade no mesmo ou em
outro ramo de comércio, indústria ou profissão
d. ( ) a adquirente responderá pelos tributos, relativos ao fundo ou
estabelecimento adquirido, devidos até a data do ato
subsidiariamente com a alienante, se esta prosseguir na exploração
ou iniciar dentro de seis meses, a contar da data da alienação, nova
atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou
profissão
7.6. A responsabilidade pessoal pelo crédito tributário não
ocorre quanto a
a. ( ) sócio, no caso de liquidação de sociedade de pessoas, em
relação aos tributos devidos pela liquidada
b. ( ) sucessor a qualquer título (herdeiro ou legatário) pelos
tributos devidos pelo "de cujus"
c. ( ) espólio, pelos tributos devidos pelo "de cujus"
d. ( ) cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo "de cujus"
e. ( ) remidor, pelos tributos relativos aos bens remidos
7.7. Contribuinte, depois de praticar infração à legislação
tributária federal, apresenta denúncia espontânea, na qual expõe os
motivos que o levaram ao não pagamento do tributo devido, cujo
montante não depende de apuração, manifesta seu propósito de
efetuá-lo, assim que tiver recursos para tanto. A despeito desta
providência, estará sujeito
a. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido de multa, correção
monetária e juros de mora
b. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido, tão-somente, de juros de
mora
c. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido, tão-somente, de juros de
mora e correção monetária
d. ( ) ao pagamento do tributo, tão-somente
7.8. Havendo denúncia espontânea da infração por parte do
contribuinte ou responsável
a. ( ) a responsabilidade fica excluída, desde que seja pago o
tributo devido e os juros de mora, se for o caso
b. ( ) a responsabilidade ficará excluída se o contribuinte prometer
liquidar o montante devido
c. ( ) o fisco apurará as irregularidades, propondo a aplicação das
penalidades cabíveis
d. ( ) a responsabilidade integral não fica excluída, determinando,
porém, uma aplicação mais benigna da penalidade cabível
7.9. Um tabelião perante o qual se praticou ato que consista em
fato gerador de tributo, e mostrando-se impossível a exigência do
cumprimento da obrigação tributária principal de qualquer das partes
no ato,
a. ( ) é responsável pelo tributo, solidariamente
b.( ) é sujeito passivo originário
c.( ) é contribuinte solidário
d.( ) é contribuinte, sem solidariedade
e.( ) não pode ser sujeito passivo, mas está obrigado a prestar
todos os esclarecimentos que lhe sejam pedidos pela Fazenda Pública
7.10. Segundo o Código Tributário Nacional, a responsabilidade da
pessoa incorporadora ou daquela que resulta de fusão, em relação aos
tributos devidos pelas incorporadas ou fusionadas, é:
a. ( ) solidária
b. ( ) subsidiária
c. ( ) preferencial
d. ( ) exclusiva
e. ( ) condicionada à inexistência de fraude ou simulação
(NOVO) 7.11. (MPF/2002) A responsabilidade tributária dos
administradores de empresa:
(a) decorre da circunstância de que ele realiza o "fato gerador" do
tributo
(b) decorre da utilização, pelo Código Tributário Nacional, de
técnica sancionatória
(c) assenta-se em dois elementos: fato imputável e prejuízo
(d) somente se verifica se houver dissolução da sociedade mercantil
(NOVO) 7.12. (MPF/1999) Exclui-se a responsabilidade do sucessor
pelo crédito tributário incidente sobre os bens adquiridos:
(a) mediante cláusula contratual firmada entre o alienante e o
adquirente
(b) quando a aquisição é pela arrematação em hasta pública
(c) no caso de o adquirente ser menor de 16 (dezesseis) anos,
consoante o Estatuto da Criança e do Adolescente
(d) nenhuma das alternativas é verdadeira
(NOVO) 7.13. (TRF/4a. Região/2001) Assinalar a alternativa
correta:
(a) A denúncia espontânea da infração exclui sempre a incidência da
multa e dos juros moratórios, desde que acompanhada do pagamento do
tributo devido
(b) A denúncia espontânea da infração exclui a incidência da multa e
dos juros moratórios, mesmo que desacompanhada do pagamento, se
houve parcelamento do tributo devido
(c) A denúncia espontânea da infração afasta a incidência da multa,
mas não a dos juros moratórios
(d) A denúncia espontânea da infração exclui sempre a incidência da
multa e dos juros moratórios, desde que, acompanhada do pagamento do
tributo devido, tenha sido efetivada antes da penhora de bens do
contribuinte
(NOVO) 7.14. (OAB/CE/2003) Segundo a jurisprudência dominante,
firmada pelo Superior Tribunal de Justiça, o agente retentor de
tributos na fonte é:
(a) responsável tributário subsidiário
(b) substituto tributário
(c) responsável tributário solidário
(d) nenhuma das anteriores
(NOVO) 7.15. (OAB/PE) Repercussão de um tributo, significa:
(a) que o ônus do tributo passa do contribuinte de jure para o
contribuinte de facto;
(b) cobrar imposto sobre imposto;
(c) exigir depósito para a propositura de uma defesa;
(d) pedir de volta o tributo pago indevidamente.
(NOVO) 7.16. (OAB/SC/2002) No que se refere à responsabilidade
tributária, é CERTO que:
(a) A lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo
crédito tributário a terceira pessoa não vinculada ao fato gerador
da respectiva obrigação;
(b) A Igreja pode figurar como substituta tributária, respondendo
com recursos próprios, na hipótese de descumprimento do dever de
retenção do tributo;
(c) Somente pode ser exigido do responsável por sucessão os créditos
tributários definitivamente constituídos no momento da sucessão;
(d) M & S Ltda. adquiriu um imóvel utilizado anteriormente pela JB
Ltda., com suas benfeitorias e utensílios, continuando assim a
respectiva exploração, mas adotando outra razão social, motivos
pelos quais não responde pelos débitos tributários da JB Ltda.
(NOVO) 7.17. (OAB/SP) Na cisão de uma sociedade, com versão de
todo o patrimônio para outras duas pessoas jurídicas preexistentes,
a responsabilidade pelos débitos tributários da sociedade cindida,
relativos a fatos geradores anteriores à data da operação, é
imputável
(a) apenas à pessoa jurídica para a qual for atribuído semelhante
encargo no protocolo de cisão.
(b) a cada uma das pessoas jurídicas que absorveu o patrimônio da
sociedade cindida, em caráter solidário.
(c) apenas aos sócios da sociedade cindida, em caráter solidário.
(d) a cada uma das pessoas jurídicas incorporadoras, na proporção do
patrimônio recebido, sem solidariedade entre si.
CRÉDITO TRIBUTÁRIO. LANÇAMENTO. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL. ESPÉCIES DE
LANÇAMENTO. DECLARAÇÃO E CONFISSÃO DE DÍVIDA TRIBUTÁRIA
8.1. A alíquota do imposto sobre a propriedade territorial rural,
em 1989, era de 1,5%, em 1990 de 2% e de 1% em 1991. Durante o ano
de 1991, o Fisco Federal, verificando que Joaquim de Souza não
pagara o ITR de 1989, efetuou o lançamento à alíquota de 2%. Joaquim
entende que a alíquota deve ser de 1%. Assim
a. ( ) Joaquim está com o entendimento correto, pois 1% era a
alíquota do exercício em que ocorreram o lançamento e a notificação
b. ( ) o entendimento do Fisco é correto, pois, no caso, deve
prevalecer a alíquota maior
c. ( ) a alíquota aplicável é a de 1%, por consequência do princípio
"in dubio pro reo"
d. ( ) a alíquota correta é a da data da ocorrência do fato gerador,
ou seja, a de 1,5%
e. ( ) a alíquota correta é a de 1,5%, por representar a média das
três alíquotas
8.2. É lançamento por homologação o efetuado pela autoridade
administrativa quando
a. ( ) a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado,
tempestivamente e na devida forma, a declaração, deixou de atender
no prazo legal a pedido de esclarecimento, pela autoridade
formulado; ou se recusou a prestá-lo; ou, ainda, o prestou
insatisfatoriamente
b. ( ) a legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar
o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa e a esta o
verificar se tal atividade foi regularmente cumprida
c. ( ) a declaração não tenha sido prestada, por quem de direito no
prazo e na forma da legislação tributária
d. ( ) deve ser apreciado fato não conhecido ou não provado por
ocasião do lançamento anterior
e. ( ) se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu fraude ou
falta funcional da autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma
autoridade, de ato ou formalidade essencial
8.3. De acordo com a legislação da época, a alíquota de IPI para
determinado produto, em 1980, era de 15%. Através de modificações
sucessivas, tal alíquota passou para 20% em 1981, 5% em 1982 e 10%
em 1983 e 1984. Em maio de 1984, o Fisco Federal verificou que certa
indústria, fabricante desse produto, deixara de recolher o IPI
correspondente aos períodos de 1980, 1981, 1982 e 1983. Para efeito
de lançamento, o Fisco Federal deveria utilizar-se
a. ( ) da alíquota de 20% para todos os períodos
b. ( ) da alíquota de 20% para os períodos de 1980 e 1981 e da
alíquota de 5% pata todos os períodos
c. ( ) da alíquota de 5% para todos os períodos
d. ( ) da alíquota de 10% para todos os períodos
e. ( ) das alíquotas de 15%, 20%, 5% e 10%, respectivamente, para os
períodos de 1980, 1981, 1982 e 1983
8.4. É incorreto afirmar que:
a. ( ) o lançamento regularmente notificado pode ser alterado
mediante recurso de ofício
b. ( ) quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a
qualquer elemento definido na legislação tributária como sendo de
declaração obrigatória, o lançamento pode ser efetuado e revisto de
ofício
c. ( ) o lançamento pode ser revisto de ofício quando se comprove
ação ou omissão do sujeito passivo, ou de terceiro legalmente
obrigado, que se dê lugar à aplicação de penalidade pecuniária
d. ( ) o ato administrativo de lançamento pode ser alterado de
ofício quando se comprove que o sujeito passivo agiu com dolo,
fraude ou simulação
e. ( ) a impugnação do sujeito passivo não pode alterar lançamento
tributário regularmente notificado
8.5. Por "crédito tributário" nos termos do CTN, deve-se entender
a. ( ) o imposto que o contribuinte paga nas aquisições de
mercadorias e cujo valor pode ser deduzido dos débitos pela saída de
produtos
b. ( ) o incentivo fiscal em geral
c. ( ) a confiança depositada nos contribuintes que obtém
parcelamento de dívida fiscal
d. ( ) o montante do tributo e seus acréscimos, objeto do lançamento
e. ( ) o polo negativo da relação jurídico-tributária, antes do
lançamento
8.6. O lançamento que ocorre quanto aos tributos cuja legislação
atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem
prévio exame da autoridade administrativa chama-se
a. ( ) por homologação
b. ( ) por declaração
c. ( ) discricionário
d. ( ) por declaração
e. ( ) direto por antecipação
8.7. O prazo para homologação de lançamento, se a lei não fixar
outro, será de
a. ( ) 5 anos e será contado da data da ocorrência do fato gerador
b. ( ) 4 anos e será contado da data do vencimento
c. ( ) 7 anos e 6 meses contado da data da ocorrência do fato
gerador
d. ( ) 2 anos e será contado da data do pagamento certificado pelo
órgão arrecadador
8.8. Se a lei não dispuser em contrário, quando o valor
tributável estiver expresso em moeda estrangeira, no lançamento
far-se-á
a. ( ) a cobrança do imposto em moeda estrangeira
b. ( ) sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia do pagamento
do crédito tributário
c. ( ) a cobrança do imposto na mesma moeda em que estiver expresso
o valor tributável, ou em outra moeda estrangeira de livre
conversibilidade
d. ( ) sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da
ocorrência do fato gerador da obrigação
8.9. A retificação de declaração pelo próprio declarante, com o
objetivo de reduzir ou excluir tributo
a. ( ) tem que ser feita após a notificação do lançamento respectivo
b. ( ) é admissível mediante comprovação do erro em que se funde
c. ( ) não é admissível, se solicitada após o recolhimento integral
do novo imposto líquido a pagar, apurado na declaração retificadora
d. ( ) é permitida somente até 10 dias após a respectiva notificação
e. ( ) só é admissível mediante fundamento legal indiscutível
8.10. Assinale a assertiva falsa
a. ( ) no âmbito federal, a declaração e confissão de dívida
tributária é conhecida como DCTF
b. ( ) DCTF significa Declaração de Débitos e Créditos Tributários
Federais
c. ( ) o débito (em favor do Fisco) apurado na sistemática da
declaração e confissão de dívida tributária é inscrito em dívida
ativa para posterior cobrança judicial
d. ( ) eventuais valores não declarados e confessados pelo
contribuinte podem ser objetos de lançamento pela fiscalização
e. ( ) a declaração e confissão de dívida tributária aplica-se aos
tributos submetidos ao lançamento de ofício
(NOVO) 8.11. (OAB/DF/2004) Determinado contribuinte, com
domicílio tributário no famoso Município de Cajazeiras-PB, foi
submetido à fiscalização, por Auditores Tributários daquele Estado,
que lavraram auto de infração, por falta de pagamento do ICMS, no
montante de R$100.000,00, aplicando-lhe, ainda, a multa de 50% do
valor do tributo. Nesse caso, a modalidade de lançamento utilizado
foi:
(a) De Ofício;
(b) Por homologação;
(c) Por Declaração;
(d) Autolançamento.
(NOVO) 8.12. (OAB/MG/2003) No ano de 2001, certo contribuinte
deixou de recolher um imposto cuja alíquota, à época, era de 10%. A
lei então em vigor previa multa de 20% do valor devido, em caso de
inadimplência. No decorrer do ano de 2002, a legislação foi
alterada, para majorar a alíquota desse imposto para 15% e reduzir a
multa por inadimplência para 10% do valor devido. Eventual auto de
infração a ser lavrado em 2003 contra esse contribuinte, pelo
não-pagamento do imposto referente ao fato gerador ocorrido em 2001,
deve levar em conta:
(A) alíquota de 10% e multa de 20%.
(B) alíquota de 10% e multa de 10%.
(C) alíquota de 15% e multa de 20%.
(D) alíquota de 15% e multa de 10%.
(NOVO) 8.13. (OAB/GO/2004) Compete privativamente à autoridade
administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento,
assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a
ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a
matéria tributável, calcular o montante do tributo devido,
identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a aplicação da
penalidade cabível.
(a) Esta regra aplica-se a todos os servidores públicos e a todas as
situações que estejam definidas como fato gerador de tributo.
(b) Esta regra aplica-se apenas no lançamento de ofício do crédito
tributário e se refere a autoridade administrativa investida dos
poderes para promover o lançamento do crédito tributário.
(c) Esta regra refere-se apenas aos imposto e somente às autoridades
administrativas que estejam investidas da função específica de
promover o lançamento do crédito tributário
(d) Esta regra diz respeito à constituição do crédito tributário,
pela autoridade administrativa investida da competência para tanto e
prescreve os procedimentos a serem adotados para a respectiva
formalização da tarefa.
(NOVO) 8.14. (Magistratura Estadual/PR/2002) Em relação ao
lançamento, pode-se afirmar que:
I - Após notificado ao sujeito passivo, não pode ser revisto de
ofício
II - No lançamento por homologação incumbe ao sujeito passivo
antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa
III - Reporta-se à data da ocorrência do fato gerador e rege-se pela
lei então vigente
Estão corretas:
(a) apenas I e III
(b) apenas II e III
(c) apenas I e II
(d) todas
(NOVO) 8.15. (OAB/GO/2002) Assinale a assertica correta:
(a) tributo é cobrado mediante atividade plena do contribuinte de
direito;
(b) arbitramento como meio de cobrar tributo é legítimo;
(c) fato gerador presumido foi banido do sistema
constitucional-tributário;
(d) responsabilidade tributária não se correlaciona com seu
respectivo ente arrecadador.
(NOVO) 8.16. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:
(a) base de cálculo tributária pode ser presumida;
(b) contribuinte tributário é toda e qualquer pessoa jurídica;
(c) contribuinte tem direito de exigir e cobrar tributo;
(d) pessoa jurídica que institui um tributo deste também é
contribuinte.
CRÉDITO TRIBUTÁRIO. SUSPENSÃO. EXTINÇÃO. EXCLUSÃO
9.1. Suspende(m) a exigibilidade do crédito tributário
a. ( ) a moratória, havendo também dispensa das obrigações
acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja
suspenso, ou dela consequente
b. ( ) à concessão de medida liminar em mandado de segurança, não
sendo dispensado o cumprimento das obrigações acessórias dependentes
da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela
consequente
c. ( ) o depósito de seu montante integral, havendo também dispensa
das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo
crédito seja suspenso, ou dela consequente
d. ( ) as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras
do processo tributário administrativo, garantida a instância
mediante depósito integral do valor exigido
e. ( ) a concessão de medida liminar em mandado de segurança,
estando necessariamente garantido o valor da dívida mediante
depósito de seu montante integral
9.2. Salvo disposição de lei em contrário, a moratória somente
abrange
a. ( ) os créditos definitivamente constituídos até 30 (trinta) dias
da data da lei ou do despacho que a conceder, ou cujo lançamento
tenha sido iniciado dentre daquele prazo
b. ( ) os créditos não definitivamente constituídos à data da lei ou
do despacho que a conceder desde que o fato gerador já tenha
ocorrido antes da vigência da lei que a concedeu
c. ( ) os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do
despacho que a conceder, ou cujo lançamento já tenha sido iniciado
àquela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo
d. ( ) os créditos definitivamente constituídos ou não à data da lei
ou do despacho que a conceder, desde que o fato gerador tenha
ocorrido antes da publicação da lei ou despacho que a conceder
9.3. Assinale a única alternativa que está em consonância com as
regras do Código Tributário Nacional sobre o assunto
a. ( ) a moratória quando concedida em caráter geral, aproveita aos
casos de dolo, fraude ou simulação do sujeito passivo
b. ( ) a moratória, quando concedida em caráter geral, aproveita aos
casos de dolo, fraude ou simulação de terceiro em benefício do
sujeito passivo
c. ( ) a concessão da moratória em caráter individual gera direito
adquirido
d. ( ) a concessão da moratória em caráter individual poderá ser
revogada de ofício
9.4. O comerciante X deve Cr$ 500.000,00 a título de imposto de
renda à União. Ao mesmo tempo é credor da União no valor de Cr$
600.000,00, dívida já vencida, pelo fornecimento de mercadorias. O
crédito tributário, então, será extinto
a. ( ) automaticamente, pela transação, nos termos do CTN
b. ( ) automaticamente, pela decadência, na data do vencimento do
crédito do contribuinte
c. ( ) automaticamente, pela transação desde que haja lei federal
específica, autorizando-a
d. ( ) pela compensação, havendo lei federal autorizativa e acerto
entre as partes
e. ( ) automaticamente, pela compensação nos termos do CTN,
independentemente de lei federal específica, autorizando-a
9.5. O prazo contado para que se dê o fato jurídico da prescrição
a. ( ) não tem marco inicial definido
b. ( ) não se interrompe e não se suspende
c. ( ) não se interrompe e suspende-se
d. ( ) interrompe-se e não se suspende
e. ( ) interrompe-se e suspende-se
9.6. Tendo o Fisco Federal verificado que o Sr. "Z" deixou de
apresentar sua declaração de rendimentos, referente ao ano-base de
1977, até o dia 30 de abril do ano seguinte (data prevista na lei)
e, em consequência, não pagou o imposto devido, embora o Fisco já
pudesse proceder ao lançamento ex officio a partir do dia seguinte
àquela em que se esgotou o prazo para a referida entrega,
pergunta-se: em dezembro de 1983, o Fisco poderia ou não proceder ao
lançamento de ofício do respectivo crédito
a. ( ) sim
b. ( ) não, pois o Código Tributário Nacional estabelece para estes
casos a remissão
c. ( ) não, pois já teriam ocorrido a decadência e a prescrição
d. ( ) não, pois já teria ocorrido a prescrição
e. ( ) não, pois já teria ocorrido a decadência
9.7. De acordo com o Código Tributário Nacional, a importância do
crédito tributário
a. ( ) não pode ser consignada judicialmente
b. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos
casos de subordinação do recebimento ao cumprimento de quaisquer
exigências administrativas
c. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos
casos de subordinação de recebimento ao pagamento de outro tributo
d. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, em
qualquer caso
9.8. Anulado, por vício formal, em virtude de decisão que se
tornou definitiva em 05 de janeiro de 1988, um lançamento do imposto
territorial rural, relativo ao exercício de 1985, que fora efetuado
em 15 de março de 1987, tem-se que o direito de a Fazenda Pública
constituir o respectivo crédito tributário extingue-se após 5
(cinco) anos contados de
a. ( ) 1º de janeiro de 1985
b. ( ) 1º de janeiro de 1986
c. ( ) 1º de janeiro de 1987
d. ( ) 05 de janeiro de 1988
e. ( ) 15 de março de 1987
9.9. A empresa Atlas S/A, produtora de aparelhos para exercícios
físicos, recolheu a maior o imposto sobre produtos industrializados,
incidente sobre a saída dos referidos produtos, vendidos a
terceiros, tendo sido incluído no preço de venda o montante do
tributo. Verificado o equívoco, a referida empresa postulou junto ao
Departamento da Receita Federal fosse reconhecido o pagamento
indevido e restituído o seu montante. A Receita Federal reconheceu o
pagamento indevido, tendo, todavia, decidido, quanto à restituição
da quantia recolhida indevidamente, em face da legislação de
regência, o seguinte:
a. ( ) proceder a restituição à Atlas, como consequência de ter
reconhecido o pagamento anterior como indevido
b. ( ) realizar a restituição à Atlas, pois a empresa é o
contribuinte de direito
c. ( ) não efetuar a restituição à Atlas, enquanto ela não provar
que, tendo transferido o encargo financeiro do tributo a terceiro,
este expressamente a autoriza a receber tal quantia
d. ( ) efetuar a restituição a quem foi o adquirente dos produtos
e. ( ) não efetuar a restituição, por se tratar de equívoco
insuscetível de correção na esfera administrativa, somente podendo
ser reparada judicialmente por ação anulatória
9.10. O favor fiscal que, estabelecido em lei do poder tributante
competente, dispensa o contribuinte do pagamento de tributo devido,
é
a. ( ) imunidade
b. ( ) isenção
c. ( ) isonomia
d. ( ) moratória
e. ( ) prescrição
9.11. Uma das modalidades de exclusão do crédito tributário é a
a. ( ) transação
b. ( ) prescrição
c. ( ) moratória
d. ( ) anistia
e. ( ) remissão
9.12. Suponha que determinadas categorias de pessoas gozem de
isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), concedida por
lei que, sem estabelecer qualquer condição, fixou o prazo de cinco
anos de duração do benefício, a esgotar-se em 1º de janeiro de 1983.
Como a lei ordinária federal - de 1º de maio de 1982 - revogasse a
isenção, a Fazenda Pública passou a exigir o pagamento do tributo
relativo aos fatos geradores ocorridos após essa data (maio/82).
Nesse caso, entende-se que:
a. ( ) a exigência fiscal é correta, uma vez que a autoridade
fazendária não se pode furtar à cobrança vinculada e imediata do
tributo
b. ( ) foi ofendido o princípio constitucional da anterioridade da
lei ao exercício, segundo o qual a cobrança será correta a partir de
1º/1/83
c. ( ) a exigência fiscal é incorreta, uma vez que somente lei
complementar poderia conceder revogação de isenção a prazo certo
d. ( ) é ilegítima a cobrança no ano de 1982, legitimando-se a
partir de 2/1/83, uma vez que o prazo de duração da isenção, fixado
na lei anterior, se esgota a 1º/1/83
e. ( ) não tem validade a lei revogatória, uma vez que as isenções
concedidas a prazo certo não podem ser revogadas sendo ilegítima a
cobrança, a qualquer tempo
9.13. Suponha que a lei tributária do Estado X não preveja prazo
para pagamento do imposto Z. O contribuinte pagou-lhe a segunda
prestação 60 dias depois de notificado para fazê-lo. A notificação
da primeira parcela foi ignorada; o contribuinte não a pagou. A lei
respectiva também não prevê a multa pela falta ou atraso de
pagamento, nem se refere a juros de mora.
À luz das normas dispositivas do Código Tributário Nacional, pode-se
dizer que
a.( ) o contribuinte não pode ser cobrado da primeira parcela, tendo
em vista que o fisco aceitou a segunda, sem ressalvas; pela mesma
razão, nada deve de juros moratórios
b. ( ) quanto à segunda prestação, o contribuinte deve juros de mora
de 1% sobre o seu valor; deve a primeira, pelo seu valor integral,
mais juros de mora de 1% ao mês
c.( ) o contribuinte pode ser cobrado pelo valor da primeira
parcela; nada pode ser cobrado no que se refere à segunda, porque,
aceita sem ressalvas, extinguindo-se o crédito tributário
d.( ) embora a primeira parcela também seja devida, os juros de mora
não o são, por falta de previsão de sanção pecuniária pelo atraso ou
pela falta de pagamento
e.( ) os juros de mora não podem ser cobrados, em face do princípio
da legalidade (não houve previsão legal para sua cobrança); o
principal, concernente à primeira prestação, é devido, porém sem
acréscimos
9.14. O direito de pleitear a restituição do pagamento do tributo
indevido ou a maior que o devido extingue-se com o decurso do prazo
de 5 (cinco) anos, contados da data
a. ( ) da notificação do lançamento
b. ( ) da extinção do crédito tributário
c. ( ) do vencimento da obrigação
d. ( ) do depósito para recurso do tributo
e. ( ) da ocorrência do fato gerador
9.15. Sobre o valor de verdade dos enunciados que seguem, podemos
asseverar que:
I - A exclusão do crédito tributário dispensa o cumprimento das
obrigações acessórias.
II - A compensação independe de previsão legal expressa, posto que o
instituto já se encontra amparado pelo Código Civil.
III - A decisão administrativa, ainda que objeto de ação anulatória,
extingue o crédito tributário.
a. ( ) II e III são verdadeiros e I é falso
b. ( ) os três enunciados são falsos
c. ( ) I e III são verdadeiros e II é falso
d. ( ) os três enunciados são verdadeiros
e. ( ) I e II são falsos e III é verdadeiro
(NOVO) 9.16. (OAB/MG/2003) Considerando-se as normas gerais,
estabelecidas pelo Código Tributário Nacional, relativas à obrigação
tributária, é CORRETO afirmar que
(A) a realização do depósito judicial da quantia que o sujeito
passivo entende devida suspende a exigibilidade do crédito
tributário.
(B) a responsabilidade tributária sempre decorre da transferência da
obrigação do contribuinte para o responsável, em virtude de alguma
situação posterior à ocorrência do fato gerador.
(C) as penalidades não possuem a natureza jurídica de crédito
tributário, tendo-se em vista que decorrem da sanção de ato ilícito.
(D) o Instituto Nacional do Seguro Social-INSS, nos termos da
legislação federal vigente, pode formalizar (sujeito ativo da
obrigação tributária), na presente data, as contribuições sociais
sujeitas ao lançamento por homologação, decorrentes de fatos
geradores ocorridos no exercício fiscal de 1994 e não quitadas pelo
sujeito passivo.
(NOVO) 9.17. (OAB/GO/2003) Assinale a única alternativa correta,
no que se refere a impostos:
(a) Em se tratando de lançamento por declaração e de ofício, o termo
inicial da decadência é o momento em que ocorreu o fato gerador do
tributo.(CTN 173, I).
(b) Tratando-se de lançamento por homologação, o termo inicial da
decadência é o primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o
tributo poderia ter sido lançado.(CTN 150, par.4º).
(c) Ocorrendo dolo, fraude ou simulação em lançamento por
homologação, o termo inicial da decadência é o primeiro dia do
exercício seguinte àquele em que o tributo poderia ter sido lançado.
(CTN 150, par.4º c/c CTN 173, I).
(d) Ocorrendo dolo, fraude ou simulação, o crédito tributário
somente decai após a extinção da pretensão punitiva do Estado,
mediante prescrição do crime na esfera penal. (CTN 150,par 4º c/c
CTN 173, I).
(NOVO) 9.18. (ESAF/2005) Leia cada um dos assertos abaixo e
assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso. Depois,
marque a opção qeu contenha a exata seqüência.
( ) A Lei de Execução Fiscal (LEF) prevê que a inscrição em dívida
ativa suspende o curso do prazo prescricional.
( ) O Código Tributário Nacional não prevê essa suspensão.
( ) O STJ entende que a suspensão do prazo prescricional prevista na
LEF sofre as limitações impostas pelo CTN.
(a) F V V
(b) F F F
(c) V F V
(d) F F V
(e) V V V
(NOVO) 9.19. (ESAF/2005) Considerando o tema "isenção
tributária", julgue os itens a seguir e marque com (V) a assertiva
verdadeira e com (F) a falsa, assinalando ao final a opção
correspondente.
( ) Se concedida com prazo determinado e sob condições não pode ser
revogada
( ) Com o advento da Constituição de 1988, a concessão da isenção
heterotópica passou a ser proibida (art. 151, III)
( ) Por ser a isenção nada mais que o reverso da tributação, a lei
isentiva só entra em vigor no exercício financeiro seguinte ao em
que instituída
( ) Segundo a letra do Código Tributário Nacional, a isenção
constitui mera dispensa legal do pagamento do tributo
(a) V F F V
(b) V V F V
(c) V F V F
(d) F V F V
(e) V F F F
(NOVO) 9.20. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva correta:
(a) Decisão administrativa pode extinguir exigência tributária;
(b) Imunidade tributária é própria para tributos cujos fatos
geradores são duvidosos;
(c) Capacidade tributária depende de vida útil de contribuinte
tributário;
(d) Legislação tributária só se aplica a atos ou fatos futuros.
(NOVO) 9.21. (OAB/CE/2002) Sobre isenção, remissão e anistia é
FALSO afirmar o seguinte:
(A) isenção é uma limitação legal do âmbito de validade da norma
jurídica tributária, enquanto que remissão é o perdão legal do
débito tributário;
(B) a anistia sempre se refere a penalidades pecuniárias;
(C) a remissão não é causa extintiva do crédito tributário;
(D) é vedado à União Federal instituir isenção de tributos de
competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios.
(NOVO) 9.22. (OAB/CE/2003) Lei Municipal determinou o
cancelamento de débitos fiscais relativos ao IPTU para com a Fazenda
Pública Municipal de valor igual ou inferior a R$ 150,00. Esta é uma
hipótese de:
(a) remissão
(b) isenção
(c) remição
(d) anistia
(NOVO) 9.23. (OAB/GO/1999) Assinale a asseriva correta:
(a) Certidão de dívida ativa é título judicial inquestionável.
(b) Não se questiona tributo via de ação declaratória.
(c) Prescrição e decadência tributárias são institutos equivalentes
entre si.
(d) Em matéria tributária também existe preclusão.
(NOVO) 9.24. (OAB/MG/1997) Ao fato gerador do ICMS, ocorrido em
15.06.88, não se seguiu qualquer pagamento por parte do
contribuinte. O crédito foi apurado em fiscalização realizada em
31.05.93 e, à falta de pagamento ou impugnação, inscrito em dívida
ativa quarenta dias depois. Em 10.03.97, a Fazenda estadual ajuizou
a respectiva ação de execução fiscal. Diante dos fatos, é correto
afirmar que:
(a) não há falar em decadência do direito de lançar nem em
prescrição da ação executiva, a qual produzirá normalmente os
efeitos colimados pela Fazenda Pública;
(b) a ação não pode prosperar, já que o título executivo (certidão
de dívida ativa) foi constituído mais de cinco anos depois da
ocorrência do fato gerador;
(c) não houve decadência do direito de lançar, mas a ação executiva
estava prescrita na data em que foi ajuizada, eis que passados mais
de cinco anos do primeiro dia do exercício financeiro seguinte ao da
ocorrência do fato gerador;
(d) o contribuinte pode, em sede de embargos à execução, fazer
denúncia espontânea da infração fiscal (CTN, art. 138), livrando-se
do pagamento das multas moratórias e de revalidação e submetendo-se
apenas ao recolhimento do principal da dívida, monetariamente
corrigido.
(NOVO) 9.25. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:
(a) São modalidades de exclusão do crédito tributário, dentre
outras, (i) o pagamento, (ii) a compensação, (iii) a remissão e (iv)
a conversão do depósito em renda;
(b) Suspendem a exigibilidade do crédito tributário, dentre outras
possibilidades, (i) a moratória, (ii) a concessão de medida liminar
em mandado de segurança, (iii) o parcelamento e (iv) a transação;
(c) O despacho que concede remissão total ou parcial do crédito
tributário não gera direito adquirido;
(d) Suspende-se a prescrição para a cobrança do crédito tributário
(i) pelo protesto judicial e (ii) por qualquer ato judicial que
constitua em mora o devedor.
(NOVO) 9.26. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:
(a) Aplica-se a anistia tributária às infrações cometidas tanto
antes quanto depois da data de entrada em vigor da lei concessiva do
perdão;
(b) Fica dispensado o cumprimento de obrigação acessória dependente
de obrigação principal cujo crédito seja excluído;
(c) Protocolada consulta fiscal dentro do prazo para pagamento do
tributo, a resposta da autoridade administrativa no sentido do
cabimento da exigência tributária tem como efeito imediato a
impossibilidade de se punir com multa fiscal o sujeito passivo,
respondendo este apenas pelos juros de mora incidentes durante o
período de julgamento da medida administrativa;
(d) Compete ao credor, em direito tributário, proceder à chamada
imputação do pagamento, determinando, inicialmente, a satisfação dos
débitos referentes a contribuição de melhoria; de seguida, os
relativos a taxas; por fim, os concernentes a impostos.
(NOVO) 9.27. (OAB/SP) A medida judicial que deve tomar o titular
de uma área de terras na zona tida como sendo rural e que sofreu
dois lançamentos, um de Imposto Territorial Urbano e outro de
Imposto Territorial Rural, para evitar o duplo pagamento ou a
execução fiscal por parte do município ou da União é
(a) impetrar Mandado de Segurança contra o Município.
(b) impetrar Mandado de Segurança contra a União Federal.
(c) promover ação de consignação em pagamento.
(d) promover ação declaratória contra a União Federal e o Município.
(NOVO) 9.28. (OAB/SP) Determinado contribuinte, devedor de
tributo, obtém o seu parcelamento e vem efetuando o pagamento
conforme deferido. Apesar disso, sofre processo de execução fiscal
para a cobrança do referido tributo. Nos embargos de devedor, o
contribuinte poderá alegar
(a) a carência da execução fiscal, em face da novação da dívida, que
teria perdido a sua natureza tributária pelo seu parcelamento.
(b) a improcedência da execução fiscal, por iliquidez do título
exeqüendo, pelo fato de que parte da dívida já foi paga.
(c) o reconhecimento do direito apenas parcial à execução fiscal,
por parte do Fisco, em face da existência de saldo devedor do
parcelamento.
(d) a carência da execução fiscal em face da suspensão do crédito
tributário.
(NOVO) 9.29. (OAB/RJ) Em ação de repetição de indébito
tributário, são devidos:
(a) Correção monetária e juros de mora, a partir da citação;
(b) Correção monetária e juros de mora, a partir do trânsito em
julgado da decisão que determinar a restituição;
(c) Correção monetária e juros de mora, a partir do indébito;
(d) Correção monetária, a partir do indébito e juros de mora,a
partir do transito em julgado da decisão que determinar a
restituição.;
(NOVO) 9.30. (OAB/RJ) Assinale a alternativa correta:
(a) A União, por lei complementar, atendendo a razões de relevante
interesse nacional ou regional, pode conceder isenções de tributos
Estaduais e Municipais;
(b) A extinção de crédito tributário, por compensação, só é possível
se houver lei específica que a autorize;
(c) O pagamento indevido de tributo apurado e recolhido pelo próprio
contribuinte, sem qualquer participação da autoridade fiscal, não
gera direito à restituição;
(d) O crédito tributário extingue-se pela prescrição, no prazo de 5
(cinco) anos contado da ocorrência do fato gerador.;
(NOVO) 9.31. (OAB/RJ) Prescrição é tema reservado à:
(a) Constituição.;
(b) Lei complementar.;
(c) Lei ordinária.;
(d) Medida provisória.;
CRÉDITO TRIBUTÁRIO. GARANTIAS E PREFERÊNCIAS
10.1. O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro,
com exceção do referente a
a. ( ) crédito hipotecário anterior ao lançamento
b. ( ) dívida para com o SFH
c. ( ) crédito decorrente da legislação trabalhista
d. ( ) dívida decorrente de falência ou concordata
e. ( ) dívidas pela compra de material para construção da casa
própria do contribuinte
10.2. Determinado contribuinte é proprietário de um apartamento e
de um sítio, havidos por legado, em 1980, e gravados,
respectivamente, com as cláusulas da inalienabilidade e
impenhorabilidade. Além disso, é proprietário de dois outros
imóveis: uma casa, adquirida em 1981 e hipotecada a favor de um
Banco, em 1982, como garantia de um empréstimo; e um lote, adquirido
também em 1982. Tornando-se inadimplente, com relação ao imposto
sobre a renda, esse contribuinte é executado pela Fazenda Pública em
1983. Nessas condições
a. ( ) não respondem pelo débito o apartamento, o sítio e a casa
b. ( ) não responde pelo débito o lote
c. ( ) não responde pelo débito o apartamento
d. ( ) não respondem pelo débito o apartamento e o sítio
e. ( ) respondem pelo débito o apartamento, o sítio, a casa e o lote
10.3. Presume-se fraudulenta a alienação de bens por sujeito
passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário,
exceto na hipótese de terem sido reservados pelo devedor bens ou
rendas suficientes ao seu total pagamento
a. ( ) sempre que o crédito tributário estiver definitivamente
constituído
b. ( ) quando o crédito tributário estiver regularmente inscrito
como dívida ativa em fase de execução
c. ( ) sempre que tiver ocorrido o vencimento do crédito tributário
d. ( ) sempre que o sujeito passivo tenha sido notificado da
constituição do crédito tributário
10.4. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados
bens que sejam previstos em lei, responde pelo pagamento do crédito
tributário a totalidade dos bens e rendas, de qualquer origem ou
natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou massa falida
a. ( ) exceto os gravados por ônus real ou cláusula de
inalienabilidade ou impenhorabilidade
b. ( ) inclusive os gravados por ônus real, excluídos os gravados
por cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade
c. ( ) inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de
inalienabilidade ou impenhorabilidade, seja qual for a data da
constituição do ônus ou da cláusula, excetuados unicamente os bens e
rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis
d. ( ) inclusive os gravados por ônus ou cláusula de
inalienabilidade ou impenhorabilidade, apenas quando a data da
constituição do ônus ou da cláusula seja posterior à da constituição
definitiva do crédito tributário
10.5. De acordo com o Código Tributário Nacional, presume-se
fraudulentas a alienação de bens por sujeito passivo em débito para
a Fazenda Pública, quando não tenham sido reservados bens ou rendas
suficientes ao total pagamento da dívida. Para aplicação desta
regra, basta que o crédito tributário esteja
a. ( ) definitivamente constituído
b. ( ) vencido
c. ( ) em fase de constituição, cientificado o contribuinte
d. ( ) regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução
10.6. "Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou
rendas, ou seu começo, por sujeito passivo em débito para com a
Fazenda Pública por crédito tributário regularmente inscrito como
dívida ativa em fase de execução.". Esta presunção é:
a. ( ) relativa
b. ( ) ex tunc
c. ( ) ex nunc
d. ( ) juris tantum
e. ( ) jure et de jure
10.7. Num concurso de preferência por crédito tributário, não
prefere ao Município:
a. ( ) União
b. ( ) Estados
c. ( ) Distrito Federal
d. ( ) Territórios
e. ( ) NDA
10.8. Em que situação a alienação ou oneração de bens pelo
sujeito passivo em débito com a Fazenda Pública, por crédito em fase
de cobrança judicial, não caracteriza fraude:
a. ( ) quando o sujeito passivo só é devedor ao Erário
b. ( ) quando reserva bens suficientes ao total pagamento da dívida
c. ( ) quando notifica previamente o Fisco da operação realizada
d. ( ) quando aliena bens com finalidades não lucrativas
10.9. A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita
a. ( ) a embargos pelo devedor
b. ( ) ao pagamento espontâneo pelo executado
c. ( ) a ser garantida por bens móveis
d. ( ) a concurso de credores
e. ( ) a ser suspensa
10.10. A massa falida
a. ( ) não pode contestar o crédito tributário
b. ( ) só pode contestar o crédito tributário administrativamente
c. ( ) só pode contestar o crédito tributário judicialmente
d. ( ) quando contesta o crédito tributário judicialmente a
discussão se dá no processo de falência
e. ( ) NDA
(NOVO) 10.11. (OAB/AL/2002) Em matéria de competência
jurisdicional, a Fazenda Nacional (União Federal) intervindo em
processo de execução coletiva sobre bens de comerciante, visando
garantir o recolhimento e quitação de tributos federais, é correto
afirmar que:
(a) a competência pertence à Justiça Federal posto que a Fazenda
Nacional é interessada;
(b) a competência pertence à Justiça Estadual com recurso para o
respectivo Tribunal Regional Federal;
(c) a competência pertence à Justiça Estadual por uma de suas varas
especializadas;
(d) a determinação da competência dependerá do valor do tributo
discutido, sendo irrelevantes as modificações do estado de fato ou
do direito ocorridas no processo.
ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA
11.1. De acordo com o Código Tributário Nacional, a competência e
os poderes das autoridades administrativas, em matéria de
fiscalização tributária
a. ( ) não se exercem em relação a quaisquer pessoas jurídicas que
gozem de imunidade ou isenção, inclusive as de direito privado
b. ( ) não se podem exercer sobre as pessoas naturais que gozem de
isenção de caráter pessoal
c. ( ) não se exercem em relação a pessoas jurídicas de direito
público que gozem de imunidade
d. ( ) devem ser regulados em uma lei de caráter geral, aplicável a
todos os tributos da União, dos Estados e dos Municípios
e. ( ) devem ser regulados na legislação tributária, em caráter
geral ou especificamente em função da natureza do tributo de que se
tratar
11.2. De acordo com o Código Tributário Nacional, a legislação
tributária que, observado o disposto no referido Código, regula a
competência e os poderes das autoridades administrativas em matéria
de fiscalização da sua aplicação, alcança
a. ( ) todos os contribuintes, pessoas naturais ou jurídicas,
excluídos os que gozem de imunidade tributária ou de isenção de
caráter pessoal
b. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não,
excluídas as que gozem de imunidade tributária ou de isenção de
caráter pessoal
c. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não,
excluídas as que gozem de imunidade tributária ou de isenção de
caráter pessoal
d. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não,
inclusive as que gozem de imunidade tributária ou de isenção de
caráter pessoal
11.3. Para os efeitos da legislação tributária, as disposições
legais excludentes ou limitativas do direito de examinar
mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos
comerciais ou fiscais, dos comerciantes, industriais ou produtos ou
da obrigação destes de exibi-los
a. ( ) não têm aplicação
b. ( ) não têm aplicação apenas quanto aos livros, documentos,
papéis e efeitos fiscais
c. ( ) não têm aplicação apenas quanto aos livros, documentos,
papéis e efeitos comerciais ou fiscais
d. ( ) não têm aplicação apenas quanto a mercadorias, livros e
papéis e efeitos fiscais
11.4. A presunção de certeza e liquidez da dívida ativa
tributária regularmente inscrita
a. ( ) é "juris tantum"
b. ( ) é "juris et de jure"
c. ( ) tem que ser ilidida antes de iniciada a respectiva ação de
execução fiscal
d. ( ) é absoluta
e. ( ) não pode ser ilidida por nenhuma espécie de prova
11.5. Se determinado crédito foi objeto de inscrição válida e
regular em Dívida Ativa, a Fazenda Pública, apresentando a
respectiva certidão
a. ( ) deve, antes, provar a legitimidade do crédito, para depois,
poder executar o contribuinte, em face de presunção juris et de jure
b. ( ) pode executar o contribuinte, sendo possível a este ilidir a
presunção juris tantum da legitimidade do crédito
c. ( ) pode executar o contribuinte, não mais cabendo contestação à
legitimidade do crédito, em face de presunção juris tantum
d. ( ) pode executar o contribuinte, sendo possível a este ilidir a
presunção juris et de jure da legitimidade do crédito
e. ( ) pode executar o contribuinte, não mais cabendo contestação à
legitimidade do crédito, em face de presunção juris et de jure
11.6. A omissão de qualquer requisito obrigatório no termo da
inscrição ativa ocasiona a nulidade da inscrição e do processo de
cobrança correspondente; essa nulidade, porém, poderá ser sanada
a. ( ) a qualquer tempo, mediante substituição da certidão nula,
devolvido o prazo para defesa, que poderá versar sobre qualquer
parte da inscrição
b. ( ) até a decisão de primeira instância, mediante aditamento à
certidão nula, dispensada a devolução de prazo para a defesa do
sujeito passivo
c. ( ) a qualquer tempo, mediante aditamento à certidão nula,
devolvido ao sujeito passivo o prazo para a defesa, se ainda não a
havia apresentado
d. ( ) até a decisão de primeira instância, mediante substituição da
certidão nula, devolvido ao sujeito passivo o prazo para defesa, que
somente poderá versar sobre a parte modificada
11.7. Servidor fazendário, a fim de beneficiar pessoa jurídica
que pretendia habilitar-se em concorrência pública, expediu certidão
negativa de quitação de tributos, quando, na realidade, havia
créditos tributários vencidos ainda não pagos pela empresa. A
responsabilidade desse servidor
a. ( ) limita-se ao crédito tributário e todos os acréscimos legais
b. ( ) limita-se ao aspecto funcional, se for o caso
c. ( ) limita-se ao aspecto criminal, se for o caso
d. ( ) está excluída, para qualquer efeito, devendo ser
responsabilizado seu chefe imediato
e. ( ) é criminal e funcional, como dispuserem as leis respectivas,
além de ele responder pelo referido crédito tributário acrescido de
juros de mora
11.8. Não produz o efeito de certidão negativa aquela em que
constar a existência de créditos
a. ( ) vincendos
b. ( ) vencidos
c. ( ) em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetuada a
penhora
d. ( ) objeto de impugnação administrativa ainda não apreciada
e. ( ) objeto de pedido de concessão de moratória deferida
11.9. Com relação ao crédito tributário inscrito na dívida ativa,
que goza de presunção de certeza e liquidez e tem efeito de prova
pré-constituída, é correto afirmar que
a. ( ) não está sujeito à prescrição
b. ( ) suspende a prescrição por cinco anos
c. ( ) suspende a prescrição por cento e oitenta dias ou até a
distribuição da execução fiscal
d. ( ) suspende a decadência por cinco anos
e. ( ) suspende a decadência por cento e oitenta dias ou até a
distribuição da execução fiscal
11.10. A certidão de que conste a existência de créditos em curso
de cobrança a executiva em que se tenha sido efetuada a penhora
a. ( ) não produz efeitos
b. ( ) tem os mesmos efeitos da certidão negativa
c. ( ) não pode ser expedida
d. ( ) produz efeitos apenas em relação a outros tributos
(NOVO) 11.11. (OAB/MG/2002) A Inscrição do crédito tributário em
dívida ativa:
(a) É o termo inicial do prazo prescricional.
(b) É mera providência cadastral.
(c) Torna líquido, certo e exigível o crédito tributário.
(d) Constitui em mora o contribuinte devedor.
(NOVO) 11.12. (OAB/MG/2002) O Fisco, após levantamento efetuado
junto à contabilidade de determinada empresa, constitui o crédito
referente a Imposto de Renda da Pessoa Jurídica. O contribuinte,
discordando da ação fiscal, inicia a discussão administrativa da
matéria, apresentando impugnação ao Auto de Infração, ainda não
decidida. Neste meio tempo solicita Certidão de Regularidade Fiscal.
Assinale a opção CORRETA:
(a) O fisco somente concederá Certidão Positiva com efeito de
Negativa se o contribuinte efetuar o depósito integral do tributo
junto ao processo tributário administrativo.
(b) O fisco, em hipótese alguma, poderá conceder a Certidão Positiva
com efeito de Negativa, eis que existe crédito fiscal pendente.
(c) O fisco deverá conceder a Certidão Positiva com efeito de
Negativa eis que instaurado e não decidido o processo tributário
administrativo.
(d) Somente uma medida liminar em mandado de segurança é capaz de
viabilizar a emissão da Certidão Positiva com efeito de Negativa
(NOVO) 11.13. (OAB/SC/2002) Assinale a alternativa CORRETA:
(a) A divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus
servidores, de informação obtida em razão do ofício sobre a situação
econômica ou financeira do sujeito passivo ou de terceiros é vedada
em qualquer hipótese, exceto no caso de requisição de autoridade
judiciária no interesse da justiça;
(b) As entidades imunes e as pessoas que não são contribuintes não
precisam observar as exigências das autoridades administrativas em
matéria de fiscalização;
(c) Os livros obrigatórios de escrituração fiscal e os comprovantes
dos lançamentos deles efetuados devem ser conservados até que a
Administração Pública os fiscalize;
(d) A concessão de tutela antecipada em ação ordinária possibilita
ao contribuinte devedor a obtenção de certidão positiva com efeitos
de negativa.
PROCESSO JUDICIAL TRIBUTARIO
(NOVO) 12.1. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:
(a) ação de Consignação em Pagamento é imprópria para discutir
questão tributária;
(b) em execução fiscal fazendária o Código de Processo Civil é de
aplicação subsidiária;
(c) embargos de declaração são inaplicáveis em demandas
judicial-tributárias;
(d) em recurso de apelação não comporta questionamento de matéria
fático-tributária.
(NOVO) 12.2. (OAB/PR/2003) Assinale a alternativa correta:
(a) Através da argüição de descumprimento de preceito fundamental é
possível questionar, diretamente perante o Supremo Tribunal Federal,
a validade de uma lei municipal em matéria tributária.
(b) É possível ação declaratória de constitucionalidade para
defender a validade de uma lei municipal perante o Supremo Tribunal
Federal.
(c) Se o contribuinte deve imposto de renda, é extinta a
punibilidade (criminal) se o mesmo confessa o débito.
(d) A argüição de descumprimento de preceito fundamental, em matéria
tributária, pode ser utilizada por qualquer cidadão, nos termos da
Lei n.º 9.882/99.
(NOVO) 12.3. (OAB/SC/2003) Assinale a alternativa CORRETA.
Em mandado de segurança preventivo, em que o impetrante pleiteia
desobrigação de tributo federal, o pólo passivo do processo seria
ocupado:
(a) pela Receita Federal.
(b) pela União Federal.
(c) pelo Presidente da República.
(d) pelo Delegado da Receita Federal.
(NOVO) 12.4. (OAB/SP) A medida judicial a ser tomada pelo
contribuinte que, tendo impugnado o lançamento do Imposto de Renda
que entende indevido, veio a sofrer penhora em processo de execução
fiscal, promovido no curso do processo administrativo, objetivando
exatamente a mesma exigência, é
(a) promover ação anulatória da execução.
(b) interpor recurso administrativo contra ajuizamento da execução.
(c) promover ação cautelar de depósito da quantia executada.
(d) embargar a execução alegando a nulidade do título extrajudicial.
(NOVO) 12.5. (OAB/SP) Em relação à ação anulatória de dívida
fiscal inscrita, pode-se afirmar que
(a) para a sua propositura, é indispensável o depósito do valor
integral da dívida.
(b) poderá ser proposta com o depósito do valor integral da dívida,
hipótese em que suspenderá a exigibilidade do débito.
(c) não poderá ser proposta após ajuizamento da execução fiscal.
(d) tem âmbito restrito à discussão sobre a validade formal do ato
de inscrição da dívida.